Negociações entre Brasil e EUA sobre tarifas continuam, diz Haddad
Ministro descarta retaliação imediata e considera reciprocidade nas negociações
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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, reafirmou que o Brasil continuará negociando com os Estados Unidos sobre a sobretaxa de 50% imposta a partir de agosto. Embora não haja intenção de retaliação imediata contra empresas ou cidadãos norte-americanos, Haddad mencionou a possibilidade de acionar a Lei de Reciprocidade.
A economista Carla Beni, da FGV (Fundação Getuio Vargas), destacou a complexidade da situação em função do déficit comercial do Brasil com os Estados Unidos. Ela questionou as justificativas comerciais para a taxa imposta, apontando que grande parte das exportações americanas para o Brasil ocorre sem tarifas ou com alíquotas baixas.
Carla acredita que mesmo com a aplicação das tarifas, o Brasil não enfrentaria uma recessão significativa. No entanto, setores como mangas, mel e pescados seriam impactados. A economista sugere que a pressão interna nos Estados Unidos pode influenciar as negociações devido ao aumento dos preços no mercado americano.
Além disso, há esperança de que uma investigação em curso sobre práticas comerciais brasileiras possa adiar a implementação das tarifas. A economista destaca a importância de uma aliança entre empresários americanos, população e partido de oposição para revisar as tarifas impostas.
Assista ao vídeo - População americana e oposição podem ser fundamentais para suspensão do tarifaço; entenda
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