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Poluição na zona oeste do Rio ameaça saúde infantil

Estudo revela que poluentes afetam crianças em regiões industriais

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RESUMO DA NOTÍCIA

  • Pesquisa da UFRJ e UVA revela impactos da poluição na saúde infantil na zona oeste do Rio.
  • Crianças com até cinco anos estão mais suscetíveis a mortes e internações devido a poluentes atmosféricos.
  • Regiões industriais apresentam altos níveis de material particulado fino, um poluente prejudicial à saúde respiratória.
  • Condições climáticas, como períodos de seca, agravam a qualidade do ar e a saúde das crianças.

 

Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Veiga de Almeida (UVA) identificaram que a poluição atmosférica na zona oeste do Rio de Janeiro está ligada a mortes e hospitalizações de crianças com até cinco anos de idade. A região, caracterizada por intensa atividade industrial e emissões veiculares, sofre com altos níveis de material particulado fino, um poluente que penetra profundamente no sistema respiratório humano.

O professor Cleyton Martins explicou que crianças são especialmente vulneráveis a esse tipo de poluente devido ao desenvolvimento dos seus sistemas respiratório e imunológico. O estudo mapeou áreas com alta concentração de poluentes, destacando que regiões próximas a indústrias são as mais afetadas.


Fatores climáticos, como períodos de seca durante o inverno, pioram a qualidade do ar devido à menor quantidade de chuvas que dificulta a dispersão dos poluentes. Isso intensifica problemas respiratórios em crianças, aumentando as internações hospitalares.

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