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CNC alerta sobre riscos de compartilhar material genético do café

Silas Brasileiro destaca importância econômica e social do grão para o Brasil

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RESUMO DA NOTÍCIA

  • O CNC manifesta preocupação sobre o compartilhamento de material genético do café brasileiro.
  • Silas Brasileiro destaca a importância econômica do café, especialmente para pequenos agricultores e cooperativas.
  • O presidente do CNC é contra o Protocolo de Nagoya, temendo que isso afete a pesquisa no Brasil.
  • A pressão internacional por diversificação da produção de café está aumentando, especialmente da China e da UE.

 

Conselho Nacional do Café se opõe ao compartilhamento do material genético brasileiro do grão
Conselho Nacional do Café se opõe ao compartilhamento do material genético brasileiro do grão

O Conselho Nacional do Café (CNC) expressou preocupação com a possibilidade de compartilhar material genético dos bancos de germoplasma brasileiros. Silas Brasileiro, presidente do CNC, ressaltou em entrevista ao RECORD NEWS RURAL que preservar esse conhecimento é crucial para manter a vantagem competitiva do Brasil no mercado global.

O café é um dos pilares da economia nacional, sendo o quarto produto mais significativo na balança comercial brasileira. Com quase 80% dos produtores sendo pequenos agricultores, a cafeicultura desempenha um papel vital na geração de empregos e na prevenção do êxodo rural. As cooperativas contribuem significativamente para essa produção, respondendo por 65% do café brasileiro.


Silas Brasileiro destacou sua oposição ao Protocolo de Nagoya, que propõe a troca de informações científicas entre países. Ele alertou que tal compartilhamento poderia comprometer anos de investimento em pesquisa e desenvolvimento no Brasil.

A pressão internacional por diversificação das fontes de café é crescente, especialmente por parte da China e da União Europeia. Investimentos internacionais buscam aumentar a produção em outras regiões para reduzir a dependência do café brasileiro.


Questões de sustentabilidade também foram discutidas durante um evento em Campinas. Apesar das exigências internacionais por práticas sustentáveis, muitas embalagens não indicam a origem brasileira do café, minando os esforços nacionais.

Em relação ao mercado norte-americano, Silas mencionou tensões políticas que podem impactar as negociações comerciais. Ele acredita que o Brasil pode explorar mercados alternativos se necessário.


Assista ao vídeo - Conselho Nacional do Café se opõe ao compartilhamento do material genético brasileiro do grão

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