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Ação prende 20 suspeitos de integrar máfia dos caça-níqueis; ao menos 7 são PMs

Entre os presos, sete policiais militares e dois agentes penitenciários

Rio de Janeiro|Do R7

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Vinte pessoas foram presas no primeiro dia da operação
Vinte pessoas foram presas no primeiro dia da operação Alessandro Costa/Agência O Dia

Vinte suspeitos foram presos até as 13h30 desta quarta (21) na Operação Perigo Selvagem, realizada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro com a Polícia Militar. Dos 26 mandados de prisão preventiva, 19 foram cumpridos. Sete policiais militares, quatro ex-PMs e sete civis foram presos em Bangu, zona oeste do Rio.

Dois agentes penitenciários também foram detidos. Um deles já tinha a prisão preventiva emitida pela Justiça. O outro foi detido em flagrante pelos agentes da operação - ele estava na empresa que pertence ao contraventor Fernando Iggnácio, um dos alvo das ação que investiga esquema da máfia dos caça-níqueis.


Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro, as principais denúncias são de formação de quadrilha armada e corrupção ativa e passiva. Além das prisões preventivas, a operação da PM com o MP tenta cumprir 76 mandados de busca e apreensão nos bairros de Realengo, Marechal Hermes e Campo Grande.

Até publicação desta reportagem, policiais tinham encontrado no quartel-general da quadrilha R$ 230 mil em espécie, 18 telefones celulares, anotações do jogo do bicho, computadores, máquinas de contar dinheiro e cofre.


Localizado em Bangu, este quartel fica na empresa Ivegê, de propriedade de Iggnácio, e era utilizado pelo grupo para as operações da máfia.

Segundo o MP, os suspeitos fariam parte de esquema de segurança de Iggnácio. Entre os PMs suspeitos, estão um tenente-coronel e um capitão da PM.

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