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Após paralisação parcial dos ônibus no Rio, serviço volta ao normal nesta sexta

Os rodoviários que cruzaram os braços na quinta-feira pretendem voltar ao trabalho

Rio de Janeiro|Do R7

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Na quinta (8), 70% da frota ficou parada na garagem
Na quinta (8), 70% da frota ficou parada na garagem

Após uma quinta-feira com poucos ônibus nas ruas e muitos transtornos para os passageiros, a sexta-feira (9) deve ser um dia normal na rotina dos cariocas. A parte dos rodoviários que cruzou os braços no dia anterior promete retomar as atividades.

Mas os líderes do movimento, que não são ligados ao Sindicato dos Rodoviários do Rio, prometem insistir nas reivindicações. Eles querem que a Rio Ônibus conceda aumento de 40% para a categoria e que a cesta básica passe de R$ 100 para R$ 400. Além disso, o grupo exige o fim da dupla função (quando o profissional atua como motorista e trocador ao mesmo tempo). O consórcio disse que não vai negociar com este grupo e que já concedeu aumento de 10% no salário, que foi aceito pelo sindicato, em março.


Na quinta-feira (8), grevistas fizeram manifestações pelo Rio. Mais de 450 ônibus foram depredados, a maior parte na zona oeste da cidade. As avarias foram principalmente a quebra de vidraças e portas. Seis manifestantes foram detidos. De acordo com a Fetranspor (Federação das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro), o prejuízo estimado das empresas de ônibus do Rio com quebra-quebras em manifestações de rua já passou de R$ 17 milhões em 2014.

Com apenas 30% da frota de ônibus circulando na quinta-feira, o metrô e o trem ficaram sobrecarregados. De acordo com a concessionária Supervia, houve um aumento de 30 mil passageiros nos trens.

O centro da cidade ficou mais vazio e, segundo cálculos de Daniel Plá, professor de varejo da Fundação Getúlio Vargas, o faturamento no mercado popular do Saara caiu 30%.

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