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‘Assassinaram meu filho pela 2ª vez’, diz pai de Henry após júri adiado e liberdade para mãe

Monique Medeiros é acusada de omissão diante das agressões que levaram à morte da criança

Rio de Janeiro|Do R7

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Júri popular foi adiado para maio RECORD

O pai do menino Henry Borel usou as redes sociais para se manifestar após a Justiça mandar soltar a mãe da criança, Monique Medeiros, na sessão que adiou o júri popular dos acusados do crime.

Em uma postagem nas redes sociais, Leniel Borel, que atua como assistente de acusação no caso, escreveu:


“Meu filhinho Heny não merecia isso. Meu filho foi assassinado pela segunda vez. A defesa de Jairo abandonou a audiência, e Monique foi solta. Justiça pelo meu filho Henry Borel”.

O julgamento dos réus Monique Medeiros e Jairo Santos Júnior deveria ter começado nesta segunda-feira (23), mas precisou ser remarcado para o dia 25 de maio após a defesa do ex-padrasto do menino abandonar o plenário.


A morte de Henry aconteceu em março de 2021. De acordo com a denúncia do Ministério Público, o então padrasto, o ex-vereador Dr. Jairinho, causou as lesões que provocaram o óbito do menino de 4 anos. Já Monique é acusada de omissão diante das agressões que levaram à morte da criança.

Na ocasião, o casal foi preso. Em 2022, Monique chegou a conseguir um habeas corpus e ganhar liberdade. No entanto, a ré voltou a ser presa em 2023, por decisão do STF (Supremo Tribunal Federal).


Jairinho permanece na cadeia desde 2021. Após conseguir o adiamento do júri, a defesa dele alegou não ter tido acesso à integralidade dos autos, o que inviabilizou a realização de um julgamento justo e imparcial.

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