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Ato ecumênico lembra 5 anos da morte da engenheira Patrícia Amieiro; família pede justiça

Justiça deve decidir nas próximas semanas se suspeitos de cometer o crime vão a júri popular

Rio de Janeiro|Do R7

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Suspeitos de matar a engenheira estão em liberdade
Suspeitos de matar a engenheira estão em liberdade

Um ato ecumênico na manhã deste sábado (8) na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, irá lembrou os cinco anos da morte da engenheira Patrícia Amieiro, de 24 anos, que desapareceu no dia 14 de junho de 2008, depois de sair de uma festa na Urca, zona sul do Rio de Janeiro. Todos os acusados estão em liberdade.

Na ocasião, o carro da jovem foi encontrado com marcas de tiros em uma ribanceira, na saída do túnel do Joá, que liga a zona sul à Barra da Tijuca, mas seu corpo até hoje não foi encontrado. Em 2011, a Justiça declarou que a engenheira está realmente morta.


Dois policias militares que estavam na região no dia do sumiço de Amieiro são suspeitos de terem matado a engenheira e ocultado seu cadáver. Outros dois policiais, que teriam chegado depois do crime, também são suspeitos de ajudar a esconder o corpo.

Como o julgamento dos policiais ainda está em andamento - deve sair nas próximas semanas -, o irmão da vítima, Adryano Franco, pede para que a Justiça leve os suspeitos a júri popular.


— Com esse ato, nós pedimos à Justiça que os acusados de matar a minha irmã vão a juri popular, para que eles paguem pelo que cometeram. Cinco anos se passaram e os policiais estão soltos. Nós queremos que eles sejam condenados. Temos certeza que eles mataram e ocultaram o corpo dela covardemente.

Colaborou Camille Cardoso, estagiária do R7.

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