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Com marca de tiro na mesa, quiosque onde médicos foram executados reabre no Rio

Após a perícia, os funcionários do estabelecimento, na Barra da Tijuca, na zona oeste, voltaram a trabalhar no horário do almoço

Rio de Janeiro|Do R7, com Record TV Rio

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Mesa de quiosque onde médicos foram executados tem marca de tiros
Mesa de quiosque onde médicos foram executados tem marca de tiros

O quiosque na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio, onde três médicos foram mortos a tiros e outro, ferido, na madrugada desta quinta-feira (5), reabriu para clientes horas depois do crime.

Após a perícia no local, os funcionários do estabelecimento voltaram a trabalhar no horário do almoço. Apesar das marcas de tiro nas mesas, alguns frequentadores, entre eles estrangeiros, não sabiam o que tinha ocorrido no estabelecimento.


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A reportagem da Record TV mostrou, por volta das 13h, que a maioria dos clientes presentes no local era de médicos. Eles estão hospedados no hotel em frente ao quiosque, para um congresso internacional de ortopedia, assim como as vítimas. 


Investigação

A principal linha de investigação é que os médicos tenham sido atacados por engano. A suspeita é que um deles pode ter sido confundido com o filho de um miliciano da comunidade Rio das Pedras, que fica na mesma região.

O delegado Henrique Damasceno, responsável também pelo inquérito da morte do menino Henry Borel, está à frente das investigações do caso. A Polícia Civil do Rio conta com o apoio da Polícia Federal e do Ministério Público estadual, além de agentes da polícia de São Paulo, para esclarecer o crime.


O caso

Médicos foram mortos a tiros em quiosque na Barra
Médicos foram mortos a tiros em quiosque na Barra

Três médicos foram assassinados e outro ficou ferido em um ataque a tiros em um quiosque na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio, na madrugada desta quinta-feira.

Dois dos mortos eram de São Paulo, e o terceiro, da Bahia. As vítimas estavam no Rio de Janeiro para um congresso internacional de ortopedia.

Eles foram identificados como Marcos de Andrade Corsato, Perseu Ribeiro Almeida e Diego Ralff de Souza Bomfim. O último era irmão da deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL).

O sobrevivente Daniel Sonnewend Proença, de 32 anos, teve fraturas no fêmur, no pé e na mão, além de lesões no tórax e no abdômen. Ele ficou internado em estado grave no Hospital Lourenço Jorge, na Barra, e, após uma cirurgia, foi transferido para uma unidade particular.

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