Corpo de Ana Carolina será enterrado neste domingo no Rio
Pedreiro confessou que sequestrou e matou a criança, segundo a Polícia Civil
Rio de Janeiro|Do R7

O corpo da menina Ana Carolina Flor dos Santos será enterrado no Cemitério do Caju, na região central do Rio, às 14h, neste domingo (3). A criança foi encontrada morta pela polícia numa lixeira em Vicente de Carvalho, zona norte do Rio, na última sexta-feira (1º).
Segundo a Polícia Civil, o pedreiro Alfredo Santos de Oliveira, de 53 anos, confessou ter sequestrado e assassinado a menina. Em seguida, ele informou a localização do corpo.
No sábado (2), o suspeito do crime foi transferido para o Complexo de Gericinó na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Bangu, na zona oeste.
Em nota, a polícia informou que o pedreiro negou que tenha abusado sexualmente da criança. As investigações estão em andamento.
O crime
Na tarde de sexta-feira (1º), o corpo de Ana Carolina Flor dos Santos, de seis anos, foi encontrado na avenida Pastor Martin Luther King, em Vicente de Carvalho, zona norte do Rio. A menina estava desaparecida desde o sábado (26).
Segundo o DDPA (Delegacia de Descoberta de Paradeiros), Alfredo, que era vizinho da avó vítima, confirmou que saiu com a criança de mãos dadas e disse à vítima que eles iriam comprar doces juntos. O pedreiro e a menina seguiram até um bar.
O pedreiro contou à polícia que seguiu com a menina para uma rua da mesma comunidade e lá desferiu uma pancada na cabeça da criança. O pedreiro contou à polícia que seguiu com a menina para uma rua da mesma comunidade e lá desferiu uma pancada na cabeça da criança. Ele revelou ainda que, durante a noite de sábado, teria então pego o corpo da criança e o levado para um imóvel onde trabalhava.
O relatório policial afirma também que Alfredo manteve o corpo da menina na geladeira por três dias, quando a colocou em um carrinho de feira e o levou até o local em que a criança foi encontrada, um bueiro na Av. Pastor Martin Luther King, em Vicente de Carvalho.
Um vídeo de câmeras de segurança flagrou os dois caminhando nas ruas de Vaz Lobo, na zona norte do Rio. Confrontado com as imagens na DDPA (Delegacia de Descoberta de Paradeiros), ele afirmou se reconhecer.















