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Coveiros do Cemitério São João Batista aderem a greve

Segundo sindicato, Santa Casa não paga desde julho; greve começou em agosto

Rio de Janeiro|Do R7

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Salários atrasados são a principal causa da greve dos coveiros
Salários atrasados são a principal causa da greve dos coveiros

Funcionários do Cemitério São João Batista, em Botafogo, aderiram à greve dos coveiros nesta segunda-feira (9).

A greve da categoria teve início em 28 de agosto. Os coveiros paralisaram as atividades por causa de salários atrasados e do não-depósito FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço).


Segundo o SindiFilantrópicas (Sindicato dos Empregados em Instituições Beneficentes, Religiosas, Filantrópicas e Organizações não Governamentais do Estado do Rio de Janeiro), a Santa Casa, administradora de vários cemitérios no Rio, não realiza os pagamentos desde julho passado.

De acordo com o sindicato da categoria, diversos coveiros em greve pretendem ir nesta segunda à Santa Casa, no centro da capital, para cobrar explicações e prazos para o pagamento dos vencimentos.


Por causa da grave, os sepultamentos em Irajá estão acontecendo com atrasos, causando confusão entre os familiares e administração do local. Policiais militares foram chamados para averiguar o ocorrido. Ainda segundo o sindicato, os enterros no cemitério estão sendo realizados por trabalhadores contratados informalmente pelas secretarias dos cemitérios, sem carteira assinada pela Santa Casa.

Além do cemitério de Botafogo, os de Realengo e Irajá também estão em greve. O cemitério São Francisco Xavier, no Caju, zona portuária do Rio, foi o primeiro a paralisar as atividades.

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