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Doze ativistas presos na véspera da final da Copa são soltos; cinco permanecem presos

Justiça aceitou a prorrogação da prisão de parte do grupo na quarta-feira

Rio de Janeiro|Do R7

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Ativista Sininho permanece presa em Bangu, na zona oeste
Ativista Sininho permanece presa em Bangu, na zona oeste

Doze ativistas deixaram o Complexo Penitenciáio de Gericinó, em Bangu, na manhã desta quinta-feira (17), de acordo com a Secretaria Estadual de Administração Penitenciária. Eles haviam conseguido o habeas corpus na terça-feira (15).

Cinco manifestantes permanecem presos. Isso porque na quarta-feira (16) a Justiça aceitou o pedido de prorrogação da prisão temporária de Elisa de Quadros Pinto Sanzi, a Sininho, Tiago Teixeira Neves da Rocha, Eduarda Oliveira Castro de Souza, Camila Aparecida Rodrigues Jourdan e Igor Pereira D'Icarahy. Eles vão ficar detidos por mais cinco dias.


Na noite de terça-feira, centenas de manifestantes, que se reuniram no centro do Rio comemoraram a notícia do habeas corpus e exigiram imediata a liberação dos outros detidos.

As prisões ocorreram durante a Operação Firewall 2, da DRCI (Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática), que capturou acusados de participarem ou organizarem atos de vandalismo no Rio. Na casa de alguns dos acusados, os policiais apreenderam máscaras de proteção contra gás, joelheiras, gasolina dentro de garrafas plásticas, maconha e até um revólver calibre 38.

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