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Vídeo mostra suspeito de matar namorada grávida, no Rio, ao entrar e sair da residência da vítima

Homem ficou 34 minutos no imóvel e escondeu o rosto com uma toalha na saída. Ele confessou o crime depois da prisão

Rio de Janeiro|Felipe Batista, da Record Rio

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Suspeito cobriu o rosto com toalha ao sair de casa
Suspeito cobriu o rosto com toalha ao sair de casa Record Rio

Imagens exclusivas obtidas pela RECORD mostraram a movimentação da casa onde Kaylane Vitória Alves, de 19 anos, foi assassinada, no Rio de Janeiro, na madrugada do último domingo (17). Os vídeos flagraram o suspeito entrar e sair da residência após a morte da vítima. 

A câmera da rua fica perto do portão da casa onde a jovem morava com os pais, em Rio das Pedras, zona oeste.


O jovem, de 19 anos, chegou por volta de 0h18. Ele permaneceu dentro do imóvel por pouco mais de meia hora. Na saída, o suspeito deixou o portão aberto e fingiu que secava o cabelo com uma toalha para esconder o rosto. 

Horas depois, o jovem foi pela Polícia Militar. Na sede da Delegacia de Homicídios da Capital, confessou o crime, segundo a polícia.


O suspeito estudava para se tornar barbeiro e, segundo as investigações, matou Kaylane com uma lâmina de barbear. A arma usada no crime foi encontrada na rua pela perícia. 

Segundo a família da vítima, o rapaz sabia que a casa estaria vazia porque os familiares de Kaylane tinham ido a uma festa. A jovem ficou em casa, pois havia chegado tarde do trabalho.


Os amigos contaram que ela estava prestes a completar um mês de serviço e estava animada para receber o primeiro salário.

Algumas semanas antes do crime, Kaylane também desabafou com a cunhada que suspeitava de uma gravidez e o namorado não queria ter o filho. Amigos próximos ao casal também disseram à polícia que os dois tinham um relacionamento conturbado e o rapaz agredia a jovem.


Kaylane foi encontrada morta pela irmã mais nova, de apenas 11 anos. A família está traumatizada e ainda não conseguiu voltar para a residência. Eles estão na casa de parentes, na Baixada Fluminense.

Detido em flagrante, o suspeito está preso preventivamente (sem prazo). Ele vai responder por feminicídio. O crime cresceu 33% no estado do Rio em janeiro deste ano, em comparação com o mesmo período de 2023.

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