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Falsa vidente é presa por estelionato no Recreio, no Rio

Conhecida nacionalmente por golpe milionário contra viúva de colecionador de arte, Diana Rosa foi localizada pela DRFA-BF

Rio de Janeiro|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Diana Rosa, conhecida como "falsa vidente", foi presa no Recreio dos Bandeirantes por condenação por estelionato.
  • Ela é famosa por aplicar um golpe milionário contra Geneviève Boghici, viúva de um colecionador de arte.
  • O golpe envolvia falsas previsões e trabalhos espirituais para extorquir dinheiro e bens valiosos da vítima.
  • Diana já havia sido presa anteriormente e está ligada a várias investigações por crimes como lavagem de dinheiro e extorsão.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Diana Rosa foi localizada por agentes da DRFA-BF Reprodução/Polícia Civil

Policiais civis da DRFA-BF (Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis da Baixada Fluminense) prenderam, na quarta-feira (7), Diana Rosa Aparecida Stanesco Vuletic Ferreira, conhecida como Diana Rosa e nacionalmente pelo apelido de “falsa vidente”. Ela foi localizada no Recreio dos Bandeirantes, na zona sudoeste do Rio de Janeiro, para o cumprimento de um mandado de prisão decorrente de condenação por estelionato.

A captura foi realizada após trabalho de inteligência, levantamento de informações e diligências conduzidas pela equipe da especializada. Após os procedimentos legais, Diana foi encaminhada ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

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Diana ganhou notoriedade nacional por seu suposto envolvimento em um golpe milionário contra Geneviève Boghici, viúva do colecionador de obras de arte Jean Boghici.

O caso veio à tona após investigações apontarem que a mulher teria usado falsas previsões e supostos trabalhos espirituais para convencer a vítima a entregar dinheiro e bens de alto valor.

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Segundo informações divulgadas pelo MPRJ (Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro), a abordagem inicial ocorreu em janeiro de 2020, em Copacabana, na zona sul do Rio.

Diana teria afirmado que a filha da vítima estava gravemente doente e corria risco de morrer, convencendo Geneviève a pagar por supostas soluções espirituais.

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As investigações apontaram a participação de outras pessoas no esquema, que teria envolvido extorsão, movimentações financeiras e a subtração de joias e obras de arte.

Entre os artistas cujas obras teriam sido levadas estão Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Rubens Gerchman e Cícero Dias. O prejuízo estimado foi de aproximadamente R$ 725 milhões, considerando o dinheiro e os bens envolvidos.

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Diana já havia sido presa em abril de 2022, em Ipanema, em outra ocorrência relacionada à suspeita de estelionato. Em agosto daquele ano, foi localizada em Saquarema, na região dos Lagos, após ser considerada foragida no caso envolvendo a viúva do colecionador. Em maio de 2024, voltou a ser presa durante diligências na região de Grumari.

Além do processo relacionado ao golpe milionário, Diana aparece em registros policiais vinculados a investigações de diferentes naturezas, incluindo suspeitas de associação criminosa, lavagem de dinheiro, extorsão, falsidade ideológica e crimes contra a liberdade individual.

A prisão mais recente, no entanto, decorre de um mandado condenatório específico por estelionato.

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