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Famílias não sabem quando corpos de cariocas mortas na Turquia chegarão ao País

22 turistas ficaram feridos no acidente, entre eles estavam oito brasileiros

Rio de Janeiro|Do R7, com Agência Brasil

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Ainda não há previsão para a chegada ao Rio dos corpos das três brasileiras mortas no choque entre dois balões de ar quente na região da Capadócia, na Turquia, informou nesta quarta-feira (22) Luiz Paulo Louredo, genro de uma das vítimas do acidente, Marina Rosas. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, 22 turistas ficaram feridos no acidente, ocorrido segunda-feira (20). Entre eles, oito são brasileiros.

— Eles - representantes da embaixada brasileira - ainda não deram a menor previsão. Impressionante. Vamos ver se na quinta temos alguma notícia que nos dê um pouco mais de certeza. Estamos esperando a liberação do corpo pelas autoridades turcas – existem todos os trâmites, a autópsia – para fazer o traslado do corpo.


Louredo ressaltou, porém, que a Embaixada do Brasil tem dado o suporte necessário na Turquia. Segundo ele, após a tragédia, as famílias das vítimas, todas moradoras do Rio de Janeiro, se uniram para facilitar o processo.

— Estamos sempre nos falando, nos orientando, mas, por enquanto, a situação é a mesma para as três famílias: esperar pela liberação (dos corpos).


Abalada, a irmã de Ellen Kopelman, outra vítima do acidente, Tamara Landsberg, disse que também não foi informada sobre a data de chegada do corpo ao Brasil.

— Está tudo sendo resolvido pela minha sobrinha, filha de Ellen, que mora nos Estados Unidos e está em contato direto com a embaixada. Tamara tem recebido informações da sobrinha, que não reclama da atuação da embaixada brasileira. Acho que é um processo burocrático que sempre existe mesmo.

O embaixador do Brasil na Turquia, Antônio Salgado, está na região da Capadócia com o intuito de acompanhar o repatriamento dos corpos e prestar assistência aos demais brasileiros feridos no acidente. Segundo o Ministério das Relações Exteriores, dos oito turistas brasileiros feridos, um teve alta e os demais não correm risco de morte.

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