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Fornecedor de drogas para comunidades do Rio é preso em apartamento de luxo em Ipanema

Homem, conhecido como "Rei", estava foragido e era líder da quadrilha acusada de atravessar entorpecentes para o Brasil

Rio de Janeiro|Do R7, com Record Rio

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Homem era investigado pela Delegacia do Aeroporto Internacional
Homem era investigado pela Delegacia do Aeroporto Internacional

Um homem apontado como um dos principais fornecedores de drogas para comunidades do Rio de Janeiro foi preso, nesta quarta-feira (23), em um apartamento de luxo, em Ipanema, na zona sul. 

Conhecido como "Rei", ele era investigado havia cerca de um mês e, segundo a polícia, tentou se livrar do celular e um caderno de anotações, com a chegada dos agentes da Delegacia do Aeroporto Internacional do Rio. 


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Os objetos foram jogados pela janela, mas polícia conseguiu recuperá-los na rua Visconde de Pirajá. A investigação vai pedir à Justiça a quebra do sigilo telefônico e analisar o caderno. 

Segundo a polícia, Rei era um dos principais responsáveis por fornecer maconha para as comunidades Nova Holanda, Parque União e Manguinhos.


Ele também aceitava encomenda de armamentos e cobrava uma taxa de 15% em cima do valor do fuzil ou da pistola.

O preso era considerado foragido do sistema penitenciário desde 2018, quando foi condenado a 23 anos de reclusão por tráfico e associação ao tráfico. 

Ligação com "Don Carlos" e operação de rota

Para a polícia, Rei era uma peça importante na organização criminosa que atravessava entorpecentes para o Brasil. 

O delegado Vinícius Domingues disse, em entrevista à Record Rio, que o traficante assumiu a rota após a prisão do chefe da quadrilha, conhecido como "Don Carlos", em 2015.

Ele operava com pequenas aeronaves e deslocava a carga também por terra. As drogas saíam do Mato Grosso do Sul e passavam por São Paulo antes de chegarem à capital fluminense.

Ainda de acordo com o delegado, Rei e Don Carlos já foram alvos da Polícia Federal e do departamento de repressão a entorpecentes dos Estados Unidos. 

A quadrilha atua desde 1990 e chegou a trocar armamentos de guerra com as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) por cocaína e maconha. Hoje, adquire drogas na Bolívia, Peru e Paraguai, segundo o delegado. 

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