Logo R7.com
RecordPlus
‌

Integrante do ‘Escritório do Crime’ é condenado pela morte de marido de funkeira no Rio

Segundo o MP, Marcelo Diotti foi assassinado, em 2018, em razão de desavenças com o Capitão Adriano

Rio de Janeiro|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • João Luiz da Silva, ex-policial militar, foi condenado a 37 anos pela morte de Marcelo Diotti, marido da funkeira MC Samantha, em 2018.
  • O crime ocorreu na Barra da Tijuca e foi motivado por desavenças entre Diotti e o ex-agente do Bope, Adriano da Nóbrega.
  • O assassinato foi realizado pelo "Escritório do Crime", grupo de matadores, e envolveu emboscada e promessa de recompensa.
  • Outros integrantes do grupo, Leonardo e Leandro Gouvêa da Silva, também foram condenados pelo homicídio em 2024.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O caso foi julgado pelo IV Tribunal do Júri da Capital Diego Carvalho/TJRJ

O ex-policial militar João Luiz da Silva, conhecido como Gago, foi condenado pelo IV Tribunal do Júri da Capital, nesta terça-feira (29), por envolvimento na morte do marido da funkeira MC Samantha, Marcelo Diotti, em março de 2018.

‌

O réu recebeu uma sentença de 37 anos, cinco meses e 29 dias. Segundo as investigações, o ex-PM fazia parte do “Escritório do Crime”, grupo de matadores que era chefiado pelo ex-agente do Bope (Batalhão de Operações Especiais) Adriano da Nóbrega — morto em 2020.

João Luiz participou do grupo que monitorou Diotti e a companheira dele até o momento do crime. De acordo com o Ministério Público, o assassinato foi ordenado em razão de desavenças entre a vítima e o Capitão Adriano.

‌

O empresário Marcelo Diotti foi alvo de diversos disparos, a maioria na cabeça, na saída de um restaurante, na avenida das Américas, na Barra da Tijuca, no dia 14 de março de 2018 — mesma noite em que a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram executados.

O Conselho de Jurados concordou com a Promotoria e reconheceu que o crime foi praticado por dois motivos torpes: vingança de Adriano contra a vítima e como demonstração de força e poder diante do grupo rival a Diotti.

‌

Para o MP, ficou demonstrado que o crime foi cometido mediante pagamento ou promessa de recompensa, por meio de emboscada e por grupo de extermínio.

Os irmãos Leonardo Gouvêa da Silva, conhecido como Mad, e Leandro Gouvêa da Silva, conhecido como Tonhão, também integrantes do “Escritório do Crime” e acusados do homicídio, foram condenados em maio de 2024. A decisão foi confirmada pelo TJRJ (Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro).

Fique por dentro das principais notícias do dia no Brasil e no mundo. Siga o canal do R7, o portal de notícias da Record, no WhatsApp

Search Box

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.