Logo R7.com
RecordPlus

Justiça determina fiança de R$ 1 milhão para Pastor Everaldo

A juíza Caroline Figueiredo também decidiu o cumprimento de medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica

Rio de Janeiro|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Pastor Everando que está preso acusado de esquema de corrupção
Pastor Everando que está preso acusado de esquema de corrupção

A juíza Caroline Figueiredo, substituta da 7ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, determinou que o Pastor Everaldo, presidente nacional do PSC, poderá deixar a prisão após o pagamento de fiança no valor de R$ 1 milhão e o cumprimento de medidas cautelares, incluindo o uso de tornozeleira.

Everaldo foi preso na operação Tris in Idem da PF (Polícia Federal) que investiga irregularidades em contratos públicos do executivo do Rio de Janeiro. Ele é acusado de ser o principal articulador do esquema de corrupção envolvendo os recursos destinados à pandemia da covid-19, durante o governo de Wilson Witzel, no Rio de Janeiro.


Leia também

O caso do pastor chegou à primeira instância e teve denúncia aceita em meados de junho. O religioso tem autorização para ser solto por excesso de prazo no tempo de detenção.

O chefe do PSC está proibido de manter contato com outros investigados, de sair do Rio e acessar repartições públicas. O pastor precisará cumprir recolhimento noturno.


Além da fiança e da utilização de monitoramento eletrônico em tempo integral, a magistrada determinou as seguintes medidas:

- proibição de manter contato pessoal, telefônico ou por meio eletrônico ou virtual com os outros acusados de pertencer à mesma organização criminosa;


- proibição de prestar consultoria, administrar ou frequentar as empresas indicadas na denúncia, ainda que informalmente;

- proibição de se ausentar do município do Rio de Janeiro, devendo entregar os passaportes em data a ser designada pelo Juízo;


- obrigação de comparecer a todos os atos do processoquando sua presença for relevante para a instrução;

- proibição de acessar qualquer repartição pública ou política, aqui incluindo locais destinados ao funcionamento de partidos políticos, salvo se autorizado judicialmente;

- recolhimento domiciliar no período noturno e nos dias de folga.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.