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Justiça do Rio mantém júri popular de PMs acusados pela morte de Kathlen Romeu

A jovem grávida foi baleada no tórax durante uma operação no Complexo do Lins, na zona norte Carioca

Rio de Janeiro|Do R7

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Kathlen de Oliveira Romeu estava grávida de três meses
Kathlen de Oliveira Romeu estava grávida de três meses Reprodução/RECORD Rio

A Justiça do Rio de Janeiro confirmou em segunda instância o julgamento por júri popular de dois policiais militares acusados pela morte da modelo Kathlen de Oliveira Romeu.

A decisão ocorreu após um recurso da defesa dos réus, que tentava a absolvição sumária ou impedir que o caso fosse encaminhado para o Tribunal do Júri.


A jovem foi baleada no tórax durante uma operação no Complexo do Lins, na zona norte Carioca, em junho de 2021. Ela estava grávida de quatro meses e havia ido visitar a avó na comunidade.

À época, a Polícia Militar disse que agentes da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) foram atacados a tiros por criminosos. Os militares afirmaram ter encontrado a vítima ferida e socorrido ao hospital.


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De acordo com a denúncia apresentada pelo MPRJ (Ministério Público do Rio de Janeiro), os agentes Rodrigo Correia de Frias e Marcos Felipe da Silva Salviano atingiram a jovem ao dispararem contra pessoas não identificadas.

Ainda segundo o MP, a equipe teria avistado traficantes de drogas durante um patrulhamento de rotina na localidade do Beco da 14. Os tiros não atingiram os supostos bandidos, que fugiram. No entanto, um dos disparos acertou a vítima por “erro de execução”.

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