Justiça do Rio mantém prisão de Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel
O ministro do STF, Gilmar Mendes, havia determinado que o colegiado analisasse a necessidade da prisão preventiva
Rio de Janeiro|Do R7

Os desembargadores da 7ª Câmara Criminal do TJRJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) decidiram por unanimidade, na tarde desta terça-feira (25), manter a prisão de Monique Medeiros, acusada de participar da morte de Henry Borel.
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Gilmar Mendes, havia determinado que o colegiado analisasse a necessidade da prisão preventiva (sem prazo).
A defesa pontuava que a decisão deveria ser reavaliada por um juiz de primeira instância. No entanto, o TJRJ explicou que o Código Penal estabelece que a revisão da prisão preventiva deve ser feita pelo mesmo órgão que a decretou — ou seja, a 7ª Câmara Criminal.
Relembre o caso
Henry Borel morreu em março de 2021. À época, ele estava no apartamento onde a mãe morava com o ex-vereador Dr. Jairinho, na Barra da Tijuca, quando foi levado pelo casal para o hospital. Os dois alegaram que a criança sofreu um acidente doméstico.
Durante as investigações, a Polícia Civil concluiu que o menino já estava sem vida quando saiu do imóvel. De acordo com o laudo do Instituto de Criminalística, ele sofreu uma hemorragia interna provocada por uma laceração no fígado após ações violentas.
Monique e Jairinho estão presos em penitenciárias do Complexo de Gericinó, na zona oeste do Rio, onde aguardam julgamento.













