Justiça do Rio rejeita recurso e mantém pena de 32 anos para manicure que matou criança
A defesa de Suzana Figueiredo pedia a redução da prisão, mas desembargadores negaram
Rio de Janeiro|Do R7

Os desembargadores da 8ª Câmara Criminal do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro) negaram, por unanimidade, o recurso solicitado pela defesa da manicure Suzana do Carmo de Oliveira Figueiredo. Assim, foi mantida a sentença contra ela de 32 anos de prisão pelo sequestro e morte do menino João Felipe Eiras Santana Bichara, de 6 anos, em Barra do Piraí, no centro sul fluminense.
A pena foi decretada em fevereiro deste ano. Para calcular o tempo total de reclusão, a Justiça somou 30 anos de prisão por extorsão mediante sequestro com resultado morte com dois anos por ocultação de cadáver. O corpo foi encontrado na casa da ré, dentro de uma mala.
O crime aconteceu em 25 de março de 2013. Suzana se passou por mãe da criança e buscou a vítima no colégio, alegando que teria que levá-la ao médico. No entanto, a manicure foi para um hotel com o menino, com o objetivo de extorquir os pais. De acordo com o Ministério Público, a mulher tentou sedar o garoto com remédios, mas, diante da recusa dele em ingeri-los, Suzana teria perdido a paciência e o asfixiou.
Em seguida, a criminosa procurou a mãe de João Felipe para oferecer ajuda nas buscas. Suzana confessou que, antes de matar o menino, buscava lucrar R$ 300 mil com o sequestro dele.















