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Morte de dançarino em favela no Rio pode ter sido provocada por queda, diz polícia

O corpo foi achado dentro de uma escola e amigos organizaram um protesto em Copacabana

Rio de Janeiro|Do R7

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DG, de 25 anos, era dançarino do programa de Regina Casé na Globo
DG, de 25 anos, era dançarino do programa de Regina Casé na Globo

A morte do dançarino Douglas Rafael da Silva, conhecido como DG, pode ter sido provocada por uma queda, conforme informou a Delegacia de Ipanema (13ª DP), responsável pelas investigações.

O corpo foi encontrado em uma escola na comunidade do Pavão-Pavãozinho, entre Ipanema e Copacabana, na zona sul do Rio. Segundo peritos, não havia marcas de tiros no corpo, mas escoriações compatíveis a uma queda.


Após o rapaz ser encontrado, moradores do Pavão-Pavãozinho iniciaram um protesto na comunidade, que possui uma UPP (Unidade de Polícia Pacificadora). Carros foram queimados. Os manifestantes incendiaram também montes de lixo em vias da favela.

O túnel Sá Freire e um trecho da avenida Nossa Senhora de Copacabana foram interditados por policiais. Por volta das 19h40, os focos de fogo ainda não tinham sido controlados e parte dos moradores se concentrava nos acessos à favela, com medo de retornar para suas casas.


Tiros e bombas foram ouvidos no fim da tarde. Um dos acessos da estação General Osório do metrô foi interditado, mas o transporte não sofreu alterações.

Segundo informações da 13ª DP, testemunhas e moradores serão chamados para prestar depoimento. Um dos convocados será um líder comunitário do Pavão-Pavãozinho, que, no Twitter, disse que viu DG ser espancado.

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