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Muro desaba em São Gonçalo e provoca danos em duas casas vizinhas

A Defesa Civil interditou cinco casas e moradora afirma não ter para onde ir

Rio de Janeiro|Do R7

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De acordo com a Prefeitura de São Gonçalo, não houve feridos
De acordo com a Prefeitura de São Gonçalo, não houve feridos

Na manhã desta segunda-feira (3) um muro de contenção desabou sobre as casas de uma vila em Alcantra, bairro de São Gonçalo, região metropolitana do Rio. De acordo com informações dos moradores, duas residências teriam sido muito danificadas, uma delas teria tido a sua cozinha e uma varanda totalmente destruídas, e outras quatro apresentaram pequenos danos. A defesa civil esteve no local fazendo um estudo do solo e hoje retornará para a execução de uma perícia com um engenheiro civil.

Uma moradora relatou que o muro já havia caído outra vez e que recentemente teria procurado algumas autoridades para denunciar a situação de risco que a construção oferecia. A defesa civil informou que o registro que consta em seu sistema é de uma queda que ocorreu há 20 anos, em que o proprietário do terreno havia sido notificado. Ainda segundo informações do órgão, foi observado que o muro apresentava infiltrações e que não havia drenagem da água de chuva.


— No sábado (1) estava vazando tanta água que estava fedendo fezes, e quando olhamos a água de esgoto estava vindo para nossa casa — afirmou a moradora.

A Defesa Civil informou deve lançar um laudo até esta sexta (7) com um diagnóstico sobre as causas do acidente. Segundo o órgão, há muitas construções irregulares na região, com fundação e assentamentos precários. A Prefeitura de São Gonçalo informou que o desabamento do muro ocorreu devido à saturação do solo e que cinco casas teriam sido interditadas.


Uma moradora de uma das casas interditadas, porém, disse que não teria para onde ir, caso desocupasse a casa. Segundo ela, a prefeitura haveria lhe informado que o município não teria abrigo para alojar a sua família. Já a prefeitura, declarou que a equipe da Secretaria de Desenvolvimento Social esteve no local e que ela teria oferecido suporte para as seis famílias desalojadas. Apesar disso, a prefeitura afirmou que “as famílias não quiseram ir para abrigos da Prefeitura e optaram ficar na casa de familiares”.

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