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Niterói: desaparecimento de idosos que podem ter sido mortos e jogados em lixão completa uma semana

Eles teriam sido sequestrados pelos criminosos que atiraram em carro de casal

Rio de Janeiro|Do R7 no Ar

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Para a Delegacia de Homicídios, o casal Edvaldo Evans Brito, de 70 anos, e Jana Correa, de 72, foi agredido e tirado de casa
Para a Delegacia de Homicídios, o casal Edvaldo Evans Brito, de 70 anos, e Jana Correa, de 72, foi agredido e tirado de casa

A Polícia Civil continua as buscas pelo casal de idosos que sumiu na comunidade do Caramujo em Niterói, região metropolitana do Rio, mas não trabalha mais com a hipótese de desaparecimento.

Para os investigadores, os idosos foram sequestrados na última terça-feira (29) pelos mesmos bandidos que atiraram no carro de um casal que se perdeu usando um GPS, matando uma mulher, no último sábado (3). Nesta terça-feira (6), completa-se uma semana do sumiço.


Para a Delegacia de Homicídios, o casal Edvaldo Evans Brito, de 70 anos, e Jana Correa, de 72, foi agredido e tirado de casa, na localidade conhecida como Cova da Onça. Eles teriam retirado uma barricada feita por traficantes da região e que estava próxima à residência deles. Os bandidos teriam montado a barricada para impedir o acesso da polícia.

A Polícia Civil ouviu testemunhas e está à procura de imagens de câmeras de segurança. O casal teria sido assassinado e levado para um lixão no Morro do Céu, que fica no Complexo do Caramujo. A área é dominada pelo tráfico de drogas e chefiada por Rodrigo da Silva Rodrigues, conhecido como Tineném, que tem uma extensa ficha criminal: já foi preso por tráfico, homicídio e tem cinco de mandados de prisão.


Hoje, o Disque-Denúncia informou que a recompensa por informações que levem a Tineném aumentou de R$ 1.000 para R$ 5.000. Quem tiver informação sobre a localização de Tineném e também de seus comparsas pode enviar uma mensagem de texto, vídeo ou fotos para o aplicativo de mensagens do WhatsApp do Portal dos Procurados (21) 96802-1650 ou entrar em contato com a Central Disque-Denúncia pelo (21) 2253-1177 ou 0300-253-1177, para quem estiver fora da capital.

Assista ao vídeo:

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