Operação descarta 80 kg de alimentos impróprios e remove barracas em Copacabana
Ação também retirou cerca de uma tonelada de entulho das calçadas
Rio de Janeiro|Do R7

Uma operação de ordenamento urbano realizada entre a noite de terça-feira (7) e a madrugada de quarta-feira (8) em Copacabana, na zona sul do Rio de Janeiro, resultou no descarte de 80 quilos de alimentos impróprios para consumo, na retirada de aproximadamente uma tonelada de entulho das calçadas e na remoção de barracas de comércio ambulante irregular.
A ação foi coordenada pela Subprefeitura da zona sul e percorreu vias de grande movimentação do bairro, como as avenidas Nossa Senhora de Copacabana e Barata Ribeiro.
Durante a fiscalização, agentes inutilizaram alimentos vendidos irregularmente por ambulantes devido a problemas de conservação e irregularidades sanitárias.
Entre os produtos descartados estavam salsichas, bacon, queijos, linguiça, presunto, ovos, milho e diversos tipos de molhos.
As equipes também removeram quatro barracas de comércio ambulante nas ruas Francisco Sá, Rodolfo Dantas e Duvivier.
Além disso, foram apreendidas três facas, uma tesoura, 76 bebidas, 16 cadeiras, quatro baterias, dois fogareiros, um botijão de gás, um tabuleiro, uma chapa de fritura e 25 garrafas de vidro.
Segundo a Subprefeitura, o principal objetivo da operação foi desobstruir as calçadas, garantindo a circulação segura e a acessibilidade dos pedestres.
O subprefeito Pedro Angelito afirmou que as ações fazem parte de um trabalho permanente para promover o ordenamento urbano e reforçar a sensação de segurança nos espaços públicos.
A operação contou com a participação da Seop (Secretaria Municipal de Ordem Pública), por meio da CATI (Coordenadoria de Ações Territoriais Integradas) e da Subsecretaria de Operações, do Ivisa-RJ e de policiais militares do 19º BPM (Copacabana).
Durante a mobilização, equipes da Secretaria Municipal de Assistência Social realizaram sete abordagens a pessoas em situação de vulnerabilidade.
Quatro foram encaminhadas ao Centro Integrado de Atendimento às Pessoas em Situação de Rua para regularização e emissão de documentos, enquanto as demais seguiram para o Cras (Centro de Referência de Assistência Social), onde receberam atendimento social e orientação jurídica.
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