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PF prende mulher suspeita de fraudes de mais de R$ 400 mil contra a Caixa no Rio

Investigada usava documentos falsos para alterar biometrias, acessar contas, sacar FGTS e contratar empréstimos consignados

Rio de Janeiro|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Polícia Federal realizou operação contra fraudes bancárias na Vila Kennedy, Rio de Janeiro.
  • Suspeita usava documentos falsos para acessar contas, sacar FGTS e contratar empréstimos consignados.
  • Investigação começou em 2025, com informações da Caixa Econômica Federal, revelando prejuízo de mais de R$ 400 mil.
  • Mulher de 46 anos já tem histórico criminal e poderá responder por fraude bancária e uso de documento falso.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Agentes cumpriram mandado de prisão contra suspeita na Vila Kennedy Reprodução/Polícia Federal

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (23), uma operação contra um esquema de fraudes bancárias praticadas com o uso de documentos falsos para contratação irregular de empréstimos consignados e saques fraudulentos de FGTS. A ação ocorreu na Vila Kennedy, na zona oeste do Rio de Janeiro, onde os agentes cumpriram um mandado de prisão preventiva e um de busca e apreensão.

Durante as diligências, os policiais federais apreenderam dois celulares, documentos de identidade falsificados, cartões bancários em nome de terceiros e documentos que seriam utilizados em fraudes envolvendo benefícios sociais.

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As investigações começaram em 2025, a partir de informações encaminhadas à Polícia Federal pela Caixa Econômica Federal. Com o avanço das apurações, os agentes identificaram uma mulher de 46 anos suspeita de praticar diversas fraudes contra o banco. Segundo a PF, os crimes provocaram um prejuízo superior a R$ 400 mil à instituição financeira.

De acordo com as investigações, a suspeita utilizava documentos falsificados para recadastrar as biometrias de correntistas e, dessa forma, obter acesso indevido às contas. A partir dos acessos, ela teria realizado saques de valores do FGTS e contratado empréstimos consignados. Os recursos eram posteriormente movimentados por meio de contas de terceiros utilizadas como laranjas.

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A investigada já possui anotações criminais por estelionato, uso de documento falso, falsificação de documento público e falsidade ideológica. Ela poderá responder pelos crimes de fraude bancária e uso de documento falso, além de outros delitos que eventualmente sejam identificados durante o prosseguimento das investigações.

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