PM de folga é morto a tiros em Senador Camará, no Rio; suspeito é preso
José Luiz Porto Júnior teria abordado usuários de drogas, quando teve a arma tomada e foi alvo de disparos, segundo testemunhas
Rio de Janeiro|Do R7
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O policial militar José Luiz Porto Júnior, lotado no 14º BPM (Bangu), foi morto a tiros na manhã de domingo (13), na rua Mucuripe, esquina com a estrada do Viegas, em Senador Camará, na zona oeste do Rio de Janeiro. O agente estava de folga quando foi atingido por disparos de arma de fogo efetuados por um criminoso.
Segundo a dinâmica registrada pelos policiais que atenderam a ocorrência, uma equipe foi acionada inicialmente para verificar uma denúncia de lesão corporal. No local, os agentes encontraram o cabo José Luiz já sem vida, com um ferimento provocado por disparo de arma de fogo.
Uma equipe do Corpo de Bombeiros também esteve na região e constatou a morte do policial. A ocorrência foi comunicada imediatamente à DHC (Delegacia de Homicídios da Capital), que assumiu a investigação.
Uma testemunha, identificada como Matheus, genro da vítima, contou aos policiais que estava com José Luiz no momento do crime. Segundo o relato, o policial desembarcou do veículo para abordar alguns homens que estariam consumindo uma substância semelhante à maconha.
Ainda de acordo com a testemunha, após José Luiz deixar o veículo, foram ouvidos disparos. Matheus afirmou não ter conseguido identificar quem efetuou os tiros. Ao retornar para o ponto onde o carro estava, encontrou o sogro já morto.
Relatos iniciais de moradores apontam que o policial teria abordado usuários de drogas e teve a arma tomada durante a ação. A dinâmica exata do crime, no entanto, ainda é investigada pela Polícia Civil.
Um dos homens apontados como envolvidos na morte de José Luiz foi preso ainda no domingo, em Bangu, na zona oeste do Rio. Por volta das 18h, o suspeito era conduzido para a sede da DHC, onde prestaria esclarecimentos sobre a participação no homicídio.
A DHC informou que diligências estão em andamento para identificar todos os envolvidos e esclarecer as circunstâncias da morte do policial militar.
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