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PM faz operação contra tráfico de drogas em Teresópolis

Ação investiga atuação de grupo criminoso dentro de presídio; buscas foram feitas na cela de Wesley da Silva Neves, conhecido como "2l", 

Rio de Janeiro|Raíza Chaves, do R7*

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Seis mandados de prisão foram cumpridos e dois celulares apreendidos durante a operação Mandrake II, nesta sexta-feira (23), no Rio de Janeiro e na Região Serrana. A ação foi realizada pela Polícia Militar e pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado), do MP-RJ (Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro) com o objetivo de desarticular uma quadrilha de tráfico de drogas que atua em Teresópolis. 

Segundo a PM, há também sete mandados de busca e apreensão para serem cumpridos em Teresópolis, São Gonçalo e no sistema prisional.

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No Complexo de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio, os agentes fizeram buscas na galeria e na cela ocupada por um dos líderes do grupo, Wesley da Silva Neves, conhecido como "2l", na penitenciária Vicente Piragibe.

Na ação, um homem também foi preso por posse e uso de drogas por policiais do Bope (Batalhão de Operações Especiais) em Niterói, no Morro do Bumba.

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Investigações

Iniciada em 2017, a investigação identificou que mesmo presas, as lideranças do tráfico de Teresópolis, continuavam a exercer poder sobre as comunidades e seus aliados soltos.

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Segundo a denúncia, a quadrilha utiliza armas de fogo para sustentar seu poder e recrutar adolescentes para a venda de drogas ilícitas na região.

No curso da investigação, o MP-RJ identificou que existe uma relação entre os traficantes de Teresópolis com fornecedores na Vila Kennedy e no município de São Gonçalo, onde está foragida uma das lideranças do grupo, Bruno Silva Souza, conhecido como Bumba, após escapar do sistema prisional.

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Todos foram denunciados pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico, cujas penas somadas podem chegar a 25 anos de prisão. Também foram incluídos no artigo 40, que prevê o aumento de 1/6 a 2/3 da pena quando a prática envolve crianças, emprego de arma de fogo, entre outros agravantes.

*Estagiária do R7, sob supervisão de Bruna Oliveira

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