Rio de Janeiro Polícia busca jovens sequestrados durante corrida por aplicativo em mata de Nova Iguaçu (RJ)

Polícia busca jovens sequestrados durante corrida por aplicativo em mata de Nova Iguaçu (RJ)

Irmão de uma das vítimas reclamou da falta de informações sobre o caso, que completa uma semana nesta sexta-feira (19)

  • Rio de Janeiro | Do R7, com Record TV Rio

Matheus, Adriel, Jonathan e Douglas foram vistos pela última vez na sexta-feira (12)

Matheus, Adriel, Jonathan e Douglas foram vistos pela última vez na sexta-feira (12)

Reprodução/Record TV Rio

A Polícia Civil realiza, nesta sexta-feira (19), buscas pelos quatro jovens desaparecidos após terem sido sequestrados em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, há uma semana. Os agentes do setor de Descoberta de Paradeiros da Delegacia de Homicídios da região vasculham áreas de mata e mangue no município.

Jonathan Gomes, de 27 anos, Matheus Costa, de 21, Douglas Pampolha, de 24, e Adriel Bastos, de 29, iam em um carro de aplicativo até um shopping da região quando foram interceptados por criminosos em outro veículo no bairro do Cabuçu. Eles foram amarrados e levados no porta-malas pelo bando, de acordo com o motorista, que prestou depoimento na última terça (16).

O irmão de Jonathan, Adilson, disse à Record TV Rio que a família está angustiada pela falta de informação sobre o paradeiro dos jovens.

"Já se passou uma semana e a polícia não deu informação de nada. Durante esses dias, as únicas informações que chegaram foram através de pessoas e das redes sociais. A gente fica angustiado. Não sabemos como vão ser encontrados e se vamos poder dar enterro digno a eles", disse, em frente à delegacia.

Adilson afirmou que parentes foram até a unidade policial para conseguir informações e, lá, viram uma movimentação da polícia e foram notificados de que os agentes estão fazendo buscas no Guandu, no Cabuçu e em Jardim Laranjeiras.

A mãe de Adriel, que também foi à delegacia, se emocionou ao falar do filho. 

"Dias sem dormir, sem comer. Vivendo à base de remédios. Nossa família é unida, meu filho sempre trabalhou, desde os 13 anos. Conquistou um apartamento com 21 anos. Tem uma filhinha. A gente está sentindo muito a falta dele. Só queremos uma resposta", disse 
 
Em nota, a polícia afirmou que a investigação segue em andamento no Setor de Descoberta de Paradeiros da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense e corre sob sigilo.

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