Com cão farejador e detector de metal, peritos voltam ao quiosque onde policial federal foi morto no RJ
A investigação da Polícia Civil apura se Francisco Elionezimo Braga Oliveira, de 38 anos, tentou atirar antes de ser baleado
Rio de Janeiro|Do R7, com Rael Policardo, da Record

A Polícia Civil e a Core (Coordenadoria de Recursos Especiais) voltaram ao quiosque em que o policial federal Francisco Elionezimo Braga Oliveira, de 38 anos, foi morto, na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro, para uma nova perícia, nesta segunda-feira (18).
Com um detector de metal e o apoio de um cão farejador, os investigadores procuraram uma munição que teria caído da arma de Francisco na areia.
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Isso porque a polícia apura a versão de que o agente federal teria tentado atirar antes de ser baleado por um PM, durante uma confusão, no domingo (17). A pistola, no entanto, falhou.
Segundo uma testemunha ouvida pela RECORD, Francisco estava no quiosque e consumia bebida alcoólica. Ele falava palavrões e fazia gestos obscenos.
Um homem, que estava na mesa ao lado, também policial, teria pedido a ele que parasse, porque havia crianças no ambiente.
Francisco teria respondido de forma grosseira. O policial federal ainda teria mostrado a arma ao segurança do estabelecimento, que chamou a atenção dele.
Ainda de acordo com relatos, PMs que passavam pelo local intervieram. Um deles levou um tapa do policial federal e teve a arma apontada para ele.
O policial militar atirou duas vezes contra Francisco. Um dos disparos também atingiu uma mulher, de 34 anos, que acompanhava o policial federal.
Francisco chegou a ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiu. Já a mulher foi levada ao Hospital Municipal Lourenço Jorge e já recebeu alta.
A Polícia Civil investiga o caso. Os PMs envolvidos na ocorrência já foram ouvidos. A arma do agente que efetuou o disparo e a da vítima foram apreendidas, para que passem por uma perícia.















