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Polícia faz operações em busca de suspeitos de matar médica na linha Vermelha

Agentes de 27 batalhões fazem varredura em comunidades de toda região metropolitana

Rio de Janeiro|Do R7

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Gisele Gouvêa foi morta em tentativa de assalto na linha Vermelha
Gisele Gouvêa foi morta em tentativa de assalto na linha Vermelha

A Polícia Militar do Rio faz operação para tentar prender suspeitos de matar a médica Gisele Gouvêa, no último sábado (25), na linha Vermelha. Segundo a corporação, as ações ocorrem em toda a região metropolitana, com participação de 27 batalhões. Além de suspeitos de matar a médica, agentes também buscam suspeitos de matar policiais militares.

O viúvo de Gisele afirmou, no começo da noite desta terça-feira (28), após prestar quatro horas de depoimento à polícia, que os investigadores identificaram dois criminosos envolvidos na morte. Ele teve acesso a imagens em vídeo recolhidas pela polícia no trajeto feito pela vítima e no local do crime (assista à entrevista abaixo).


Renato Palhares disse não acreditar na hipótese de execução, não descartada pelos investigadores. Para ele, tudo leva a crer que se trata de um latrocínio (roubo seguido de morte). Com a médica, foram encontrados R$ 3.000, valor devolvido à família.

— A gente tem de pegar esse bandidos. Não pode ficar mais um crime impune.


O delegado responsável pelas investigações disse nesta terça que todas as hipóteses para o assassinato são consideradas pelos investigadores, que tentam identificar a autoria e a motivação do crime.

A princípio, a polícia trabalha com a hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte). Entretanto, Giniton Lages também investiga outras motivações, como uma possível execução.


— Todas as hipóteses de investigação ainda estão abertas. (...) É preciso caminhar um pouco mais, é preciso tranquilidade para fecharmos a motivação desse crime.

Segundo o viúvo, a médica usaria os R$ 3.000 encontrados com ela para comprar um iPhone de presente para a sobrinha em seu aniversário. Nesta terça, os PMs que chegaram ao local do crime foram ouvidos. Na tarde de hoje, também foram ouvidas a mãe e a irmã da vítima.


A polícia refez o trajeto da médica no dia do crime e recolheu imagens de câmeras disponíveis. Nesta terça, o delegado disse que os investigadores voltariam ao local do crime para traçar possíveis rotas de fuga dos criminosos.

Segundo o delegado, o laudo de necropsia, esperado para esta terça, aliado a uma nova perícia no veículo, são importantes para determinar a dinâmica dos fatos. Como o carro tem várias marcas de arma de fogo, a polícia quer saber onde os autores se posicionaram e quantos participaram do crime.

Veja a entrevista:

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