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Polícia mira milícia que cobrava e ameaçava comerciantes e moradores em São João de Meriti

Mandados são cumpridos no morro do Pau Branco e em Venda Velha; investigação avançou após prisão de “Taz”, líder do grupo

Rio de Janeiro|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Polícia Civil deflagra operação contra milícia em São João de Meriti, RJ, visando combater cobranças ilícitas e ameaças a moradores e comerciantes.
  • Mandados de busca e apreensão são cumpridos no Complexo do Morro do Pau Branco e em Venda Velha, com um homem preso por porte ilegal de arma.
  • Investigações apontam que a organização criminosa é liderada por "Taz", preso em setembro, e possui estrutura armada para manter controle na região.
  • Operação avança com identificação de imóveis usados para ocultar armas e intensificação de ações para desarticular a milícia.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Agentes da Draco prenderam homem em flagrante por porte de arma Reprodução/Polícia Civil

Policiais civis da Draco (Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais) deflagraram, nesta terça-feira (22), uma operação contra uma organização criminosa paramilitar que atua em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. O grupo é investigado por realizar cobranças ilícitas, ameaçar moradores e comerciantes e impor controle armado em áreas do município.

Os agentes cumprem mandados de busca e apreensão contra integrantes apontados como relevantes na estrutura da organização criminosa. As ações ocorrem em endereços localizados no Complexo do morro do Pau Branco e na região de Venda Velha, apontados como áreas de atuação do grupo. Até o momento, um homem foi preso em flagrante por porte ilegal de arma de fogo.

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De acordo com as investigações, a organização é comandada por um criminoso que utiliza uma estrutura armada para manter influência sobre a região. Além das cobranças, os integrantes são investigados por ameaças e intimidações com o uso de armas, submetendo moradores e comerciantes às determinações impostas pelo grupo.

O trabalho de inteligência da Draco identificou uma estrutura com capacidade de rápida reorganização. Segundo os investigadores, diante das ações policiais realizadas contra a organização, os criminosos passaram a alterar locais de permanência, deslocar armamentos, modificar pontos de apoio e intensificar as comunicações para tentar preservar as atividades ilegais.

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Os policiais também identificaram imóveis ligados aos investigados que seriam utilizados para guardar, ocultar e armazenar armas e outros materiais empregados nas atividades criminosas.

A operação é resultado ainda do avanço das investigações após a prisão, em 16 de setembro, de Marlon Aurélio Gomes de Souza, conhecido como “Taz”, apontado pela polícia como liderança do braço armado da organização.

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A partir das diligências realizadas após a captura, os agentes reuniram novas informações sobre outros integrantes e possíveis pontos de apoio utilizados pelo grupo.

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