Logo R7.com
RecordPlus
‌

Presos em operação contra milícia deixam Complexo de Bangu

Justiça revogou prisão de 137 dos 159 presos em ação da Polícia Civil em Santa Cruz, no último dia 7 de abril; detidos começaram a sair do sistema às 14h

Rio de Janeiro|Jaqueline Suarez, do R7*

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Presos começaram a ser liberados de complexo
Presos começaram a ser liberados de complexo

Os 137 detidos na operação contra a milícia que tiveram a prisão revogada pela Justiça começaram a deixar, nesta quinta-feira (26), o Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro. Os primeiros presos começaram a sair por volta das 14h. De acordo com a Seap (Secretaria de Estado de Administração Penitenciária), 50 detentos já deixaram o sistema até as 19h.

A liberação do grupo acontece no dia seguinte à decisão judicial da 2ª Vara Criminal de Santa Cruz. O juiz Eduardo Marques Hablitschek deu parecer favorável à denúncia apresentada pelo MP-RJ (Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro), que entendeu não haver "provas efetivas que permitam o oferecimento de denúncia contra eles" .

‌

O documento entregue pelo Ministério Público oferece denúncia apenas a 21 dos 159 homens detidos na ação.

Há 19 dias, os 159 homens foram presos em flagrante em uma festa em Santa Cruz, que segundo a Polícia Civil, seria organizada por milicianos.

‌

Artista circense embarca para Suécia

As prisões geraram protestos de familiares e alguns casos se destacaram. Um dos casos que chamou atenção foi o de Pablo Bessa Martins, de 23 anos, que passa metade do ano na Suécia se apresentando em parques e eventos fechados como acrobata e malabarista. Na quarta-feira (25), Pablo embarcou para a Suécia, onde deve ficar até outubro.

‌

O jovem ficou preso durante 14 dias no Complexo de Gericinó, em Bangu. A prisão dele foi revogada no dia 19 pela Justiça. De acordo com a decisão, as motivações para revogar a prisão de Pablo foram o fato de que ele “é réu primário, não possui antecedentes criminais, tem residência fixa e é profissional circense”.

Ainda de acordo com o documento, “o fator que o diferencia de todos os outros presos é a comprovação documental de que passa a maior parte de sua vida, atualmente, fora do país”.

*Estagiária do R7, sob supervisão de PH Rosa

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.