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Primeira sessão da Alerj em 2017 é marcada por protestos de servidores

Deputados devem votar aumento da contribuição previdenciária, nos próximos dias

Rio de Janeiro|Do R7

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Reabertura da Alerj é marcada por manifestação de servidores
Reabertura da Alerj é marcada por manifestação de servidores

Os servidores públicos voltaram a ocupar a frente da Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro), na manhã desta quarta-feira (1º). O ato marca a reabertura da casa, após o período de recesso. Não há votação prevista para esta tarde, porém os deputados se preparam para retomar a discussão do pacote de austeridade do Governo do Estado, além das medidas previstas no acordo com o Governo Federal.

Os servidores pedem, principalmente, a regularização dos salários. De acordo com o calendário de pagamentos divulgado pelo governo, os funcionários públicos só devem terminar de receber os salários de dezembro no dia 8 de fevereiro.

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Nos próximos dias, a Alerj vai retomar a discussão de quatro projetos enviados pelo governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), que não foram votadas no ano passado. Entre elas está o polêmico aumento da contribuição previdenciário de 11 para 14%.

As demais propõem a mudança nas regras para o uso de fundos estaduais, teto de gastos para o o crescimento da despesa de pessoal e alteração na forma de repasse do orçamento dos poderes do estado. Dos 22 projetos do pacote, apenas seis foram aprovados pelos deputados.

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Nas próximas semanas, outras medidas de austeridade deverão entrar em dicussão na Alerj. No último dia 26, Pezão assinou um acordo com o Governo Federal, que prevê empréstimos de cerca de R$ 6,5 bilhões ao Estado. Em troca do socorro financeiro, o governo fluminense deverá entrar em um programa de ajuste fiscal pelos próximos três anos. Um dos projetos mais polêmicos deste acordo é a privatização da Cedae (Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro). O tema levou um grande número de servidores às escadarias da Alerj, nesta quarta. 

A manifestação provocou a interdição da rua Primeiro de Março e parte da avenida Presidente Antônio Carlos, no centro do Rio. O centro de operações orienta que os motoristas desviem pela avenida Almirante Barroso. O trânsito na região tem retenções. 

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