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Primos desaparecem no Rio e mães buscam informações

Polícia está realizando buscas na região e família espalhou fotos dos jovens pela vizinhança

Rio de Janeiro|Do R7

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Homem desconhecido atendeu ligações para celulares dos rapazes
Homem desconhecido atendeu ligações para celulares dos rapazes

Dois rapazes desapareceram no morro do Chapadão, em Costa Barros, na zona norte do Rio. Guilherme e Yuri são primos e estão sumidos há uma semana. A polícia está realizando buscas na região e as mães espalharam fotos pela vizinhança para localizar os jovens.

A mãe de Yuri, Fabiane de Almeida, conta que a ausência do filho tem sido um tormento. — Se alguém viu Yuri, sabe de Yuri, por favor estou sofrendo muito. Estou tomando calmante para dormir todo dia, pelo amor de Deus. Não quer ligar para o meu telefone, Disque Denúncia.


Yuri saiu de casa na semana passada, por volta das 18h, dizendo para a mãe que ia em uma lan house. Mas não apareceu por lá, e não voltou para casa até então. Fabiane disse que o filho não levou mochila e dinheiro. Saiu de calça, de tênis e jaqueta. O primo Guilherme também saiu de casa no mesmo horário para pagar uma conta para a mãe. O boleto não chegou a ser pago. Mas a mãe dele, Geisiane de Almeida, descobriu uma pista por meio de uma amiga do filho.

— Quando eu fui perguntar a ela porque foi a última pessoa que eu vi conversando com ele, quando eu sai daqui. Ela falou assim "tia o Guilherme falou para mim que ia para a casa de uma amiga, uma tal de Thay, no Chapadão".


Segundo testemunhas, Yuri e Guilherme estiveram em uma praça, próxima a casa dos dois, no dia em que desapareceram. Eles saíram do local juntos, mas ninguém sabe para onde foram.

As mães dizem que no mesmo dia ligaram para os celulares deles e outro homem atendeu e fingiu se passar pelos rapazes. Para Geisiane, ele disse disse que estava na casa de uma amiga no Chapadão. Fabiane também ligou e o desconhecido disse que eles estavam em Nova Iguaçu.


O caso foi registrado na Delegacia de Campo Grande (35ª DP). A delegada Tatiene Damares comentou a linha de investigação do crime.

— Eles conheceram uma menina que tem o apelido de Tatá ou Thay. Ela está no Facebook de um deles. Estamos diligenciando hoje para localizá-los e bem como essa menina no morro do Chapadão. Estão diligenciando junto as operadoras para tentar localizá-los pelas antenas dos celulares, localizá-los na escola. Vamos ouvir professores, alunos para tentar maiores dados com relação a essa Tatá.

Assista ao vídeo:

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