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Rio: homem que matou engenheiro na Tijuca diz que não conhecia vítima

Delegado diz que pode solicitar exame psicológico e afirmou que agressor saiu de casa com "desejo de matar"

Rio de Janeiro|Rafaela Oliveira, do R7*, com Fernanda Macedo, da Record TV Rio

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Homem que matou rapaz na Tijuca diz que não o conhecia
Homem que matou rapaz na Tijuca diz que não o conhecia

O homem que esfaqueou e matou o engenheiro Gabriel Barbosa na Tijuca, zona norte do Rio de Janeiro, no dia 11 de fevereiro, afirmou que não conhecia a vítima - conforme relatado pela Polícia Civil durante coletiva de imprensa nesta sexta-feira (18). 

"Ele [agressor Willian Ferraz] só diz que não sabe porque fez e não conhecia a vítima. Não tem anotações criminais. Ele é reconhecido por testemunhas e admite o crime", afirmou o delegado Cassiano Conte, responsável pelas investigações. 


"Ele [Willian] tão somente saiu de casa com desejo de matar", afirmou a autoridade policial. Apesar de não ter histórico de envolvimento com drogas, a polícia informou que pode pedir o exame psicológico, caso ache necessário. 

Além disso, o investigado Willian Ferraz disse ter vagado pelas ruas do bairro após golpear Gabriel por, pelo menos, 20 vezes. O agressor saiu às 01h15 do Morro do Salgueiro, onde mora, e só retornou à comunidade quatro horas depois.


O criminoso foi capturado na casa onde estava escondido, no bairro de Ramos, nesta quinta-feira (17). Ele está preso preventivamente. 

Assassinato brutal sem motivação

Pelas imagens das câmeras de segurança que flagraram todo o crime, Willian segue Gabriel na rua Conde de Bonfim até que o golpeia pelas costas às 01h35 daquele dia. Já no meio da rua, a vítima cai machucada e o assassino continua com as facadas.


Gabriel foi morto há 1 semana
Gabriel foi morto há 1 semana

Nenhum objeto foi roubado de Gabriel, o que fez os policiais descartaram a hipótese de assalto.

O primo de Gabriel, Cláudio Velloso, disse que a família da vítima amanheceu com "o coração mais aliviado" depois da prisão de Willian Ferraz. Para o parente, o preso deveria ser chamado como "monstro da Tijuca" e ir a júri popular.


"Precisamos de paz, mas também precisamos saber a motivação desse crime", afirmou. 

Por enquanto, a motivação do crime é tida como um encontro aleatório, no qual não houve diálogo entre o assassino e a vítima. A ação foi "extremamente brutal", como classificou o delegado do caso. 

A faca do crime e o tênis usado por Willian foram apreendidos na casa dele. Segundo as autoridades, a família de Gabriel Barbosa Leite, de 34 anos, afirmou não conhecer o agressor. Testemunhas próximas a vítima foram ouvidas. 

*Estagiária do R7, sob supervisão de PH Rosa

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