Rio de Janeiro RJ cede terreno para construir maior fábrica de vacinas da América Latina

RJ cede terreno para construir maior fábrica de vacinas da América Latina

Com investimento de R$ 3,4 bilhões, a expectativa é a de aumentar em até quatro vezes a capacidade de produção de vacinas e biofármacos

Uma cerimônia oficial nesta quinta-feira (3) marcou a assinatura da escritura do terreno onde será instalado CIBS (Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde) da Fiocruz, no bairro de Santa Cruz, zona oeste do Rio de Janeiro.

Claudio Castro assinou escritura do terreno

Claudio Castro assinou escritura do terreno

Divulgação / Governo RJ

Com investimento de R$ 3,4 bilhões, o empreendimento será o maior centro de produção de produtos biológicos da América Latina. A expectativa é a de aumentar em até quatro vezes a capacidade brasileira de produção de vacinas e biofármacos.

O Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde, que abrange uma área de aproximadamente 580 mil m², terá capacidade estimada de produção de 120 milhões de frascos por ano, de acordo com informações do Ministério da Saúde.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que a construção representa um importante reforço para o Programa Nacional de Imunização.

“Estamos vendo nascer o maior centro de produtos biológicos da América Latina. O Brasil terá mais um grande centro estratégico para reforçar o PNI e garantir que mais vacinas cheguem a todos”, declarou.

Também participaram do evento o governador em exercício do estado do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, e a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade. 

Complexo terá nove prédios

O complexo será constituído inicialmente por nove prédios, englobando processamento final, embalagem, armazém de matéria-prima, armazém de produto acabado, controle e garantia da qualidade, utilidades em geral, e centrais de tratamento de resíduos e efluentes.

A nova planta poderá viabilizar a produção de novas vacinas, como a dupla viral (sarampo e rubéola) e a meningocócica C, que se encontra em estágio avançado de estudos de fases II/III, além de novas apresentações de vacinas do portfólio do Instituto (número de doses/frasco) para atender a diferentes necessidades do SUS.

O espaço foi cedido pela Codin (Companhia de Desenvolvimento Industrial do Estado do Rio de Janeiro).

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