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RJ: municípios interrompem aplicação da 2ª dose da Coronavac

Desabastecimento do imunizante atrapalha calendário de vacinação em, pelo menos, quatro cidades fluminenses

Rio de Janeiro|Rafaela Oliveira, do R7*

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Municípios do RJ ficam sem Coronavac e interrompem vacinação nesta terça (27)
Municípios do RJ ficam sem Coronavac e interrompem vacinação nesta terça (27)

Ao menos quatro municípios do Rio de Janeiro suspenderam a aplicação da segunda dose da Coronavac nesta terça-feira (27): Duque de Caxias, Mangaratiba, Maricá e Nova Iguaçu. Segundo a SES (Secretaria Estadual de Saúde), algumas cidades já haviam comunicado a falta do imunizante extraoficialmente. Com o desabastecimento, as prefeituras tiveram que interromper o calendário de vacinação contra a covid-19.

Em Duque de Caxias, a Prefeitura informou que aguarda a entrega de novas doses pelo Ministério da Saúde para dar continuidade ao calendário de vacinação. O mesmo acontece em Nova Iguaçu, outro município da Baixada Fluminense.


A Prefeitura de Nova Iguaçu disse que havia marcado o retorno para a segunda dose em 21 dias e não 28, para que a população ficasse protegida até o prazo máximo. 

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Já em Maricá, uma remessa de 560 vacinas para a Coronavac foi recebida no último sábado (24). Mas, de acordo com a prefeitura da cidade, todas elas foram aplicadas ontem (26). A aplicação das doses da Astrazeneca continua normalmente, seguindo o calendário estipulado.


Em comunicado oficial, a Prefeitura de Mangaratiba orientou que a população do município avise a um agente de saúde caso esteja com a segunda dose da Coronavac programada para as próximas semanas. O alerta serve para que seja feito um cadastro emergencial que vai priorizar o paciente quando o novo lote da vacina chegar.

A SES comunicou ainda aguarda a orientação do Ministério da Saúde quanto à ampliação do intervalo de aplicação entre a primeira e a segunda dose do imunizante. Diante do desabastecimento de vacina, o MS disse que a distribuição aos estados é estimada conforme as previsões dos laboratórios.


Além disso, há outras variáveis que podem causar o problema, como relatado em nota, como a aprovação das vacinas pela Anvisa, a velocidade de produção dos fabricantes e a importação de imunizantes e insumos.

*Estagiária do R7, sob supervisão de PH Rosa

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