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Sem ambulância, grávida vai de uma maternidade a outra de ônibus no Rio

Katarine Miranda está grávida de nove meses e não conseguiu ter o filho em Madureira

Rio de Janeiro|Do RJ no Ar

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Katarine foi de uma maternidade a outra de ônibus e sentindo fortes dores
Katarine foi de uma maternidade a outra de ônibus e sentindo fortes dores

A grávida Katarine Miranda foi obrigada a ir de uma maternidade a outra, no Rio de Janeiro, de ônibus na madrugada desta quarta (27). Sem ambulância no Hospital Maternidade Herculano Pinheiro, em Madureira, zona norte, ela foi acompanhada pela mãe até a Maternidade Leila Diniz, na Barra da Tijuca, zona oeste. 

Por ser dona de casa e casada com um pedreiro, Katarine não teve condições para ir de uma maternidade a outra de táxi. Maria da Conceição Miranda, mãe da grávida, demonstrou desespero com as dores e a falta de atendimento para a filha.


— Estou com pena da minha filha. Desde sexta-feira isso. Eu só queria que minha filha fosse atendida, só isso.

Katarine conta que ficou três dias internada, com muitas dores, mas os médicos avaliaram que não era a hora certa para o parto. Com isso, buscou na maternidade Leila Diniz uma outra opinião, mas a espera para o atendimento durou mais de duas horas. Assista ao vídeo:

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