Suspeito de homicídio ligado à disputa entre facções é preso em Niterói (RJ)
Investigação aponta que crime ocorreu durante conflito entre CV e TCP pelo controle da comunidade Santo Cristo
Rio de Janeiro|Do R7
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Um homem foi preso na terça-feira (27), por suspeita de participação no assassinato de Marcelo Pereira Quintanilha, ocorrido em Niterói, na região metropolitana do Rio de Janeiro.
A prisão foi realizada por policiais da DHNSG (Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo), após a Justiça expedir um mandado de prisão temporária contra o investigado.
De acordo com as investigações, o homicídio aconteceu na madrugada de 16 de outubro, na travessa Santo Cristo, no bairro do Fonseca.
A principal linha de apuração aponta que o crime estaria relacionado à disputa territorial entre facções criminosas que atuam em comunidades da zona norte de Niterói.
Segundo a Polícia Civil, integrantes do TCP (Terceiro Comando Puro) controlavam a Comunidade Santo Cristo, que teria sido invadida por criminosos ligados ao Comando Vermelho.
O objetivo seria tomar o domínio da região e ampliar as atividades relacionadas ao tráfico de drogas.
Durante as diligências, os agentes reuniram elementos que apontaram o homem como um dos suspeitos de envolvimento na execução do homicídio.
A investigação também apura a participação dele no contexto do conflito entre os grupos criminosos.
O investigado havia sido detido por policiais militares na região da Vila Ipiranga, também no Fonseca, e levado para a 78ª DP.
A partir do compartilhamento de informações de inteligência com equipes do 12º BPM (Niterói), policiais do Grupo de Investigação de Niterói aprofundaram as apurações e avançaram na identificação do suspeito.
Com base nos elementos reunidos, a autoridade policial solicitou a prisão temporária, posteriormente cumprida contra o investigado por homicídio qualificado.
Segundo a Polícia Civil, ele possui registros anteriores relacionados ao tráfico de drogas.
Após os procedimentos na sede da DHNSG, o preso será encaminhado ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça.
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