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Suspeito de humilhar e torturar policiais é preso durante churrasco na zona norte do Rio

Homem ostentava armas e drogas em fotos na internet; ele chorou ao ficar em frente à vítima

Rio de Janeiro|Do R7 com Rede Record

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Cocão se exibia publicando fotos com armas e drogas em rede social
Cocão se exibia publicando fotos com armas e drogas em rede social

Um homem suspeito de humilhar e agredir policiais foi preso na comunidade Faz-Quem-Quer, Rocha Miranda, zona norte do Rio, nesta segunda-feira (20). Jorge André Lopes dos Santos, o Cocão, de 31 anos, estava em um churrasco com 20 pessoas quando foi detido. Ele é investigado por participar de um arrastão que ocorreu no dia 16 de julho em Honório Gurgel. Na ocasião, sete criminosos roubaram os veículos das vítimas. Entre elas, estavam dois PMs que iam para o trabalho. 

Um deles foi torturado, teve que ficar nu e foi colocado em um porta-malas dentro de um carro. Enquanto ia para o veículo, ele foi baleado na perna. O agente afirmou que estava usando parte do uniforme no momento do crime.


Quando colocado frente à vítima, Cocão teria chorado. Entretanto, o policial alegou que o comportamento do suspeito durante a ação foi completamente diferente.

— Na hora lá, eles são muito brabos, apontando o fuzil pra mim, botando a arma na minha cabeça. Me deixaram sem roupa e riram, dando gargalhada. Me botaram dentro da mala do carro, dando gargalhada. Aí, quando é preso, ficam chorando. Choram, choram, ficam igual a uma criança.


Esse PM escapou por pouco da morte: equipes do batalhão da área chegaram a tempo e trocaram tiros com os criminosos, que fugiram. O confronto ocorreu próximo à comunidade da Barreirinha.

Os assaltantes também obrigaram um outro agente a ir embora só de cueca. Os dois policiais reconheceram o suspeito. De acordo com o titular do caso, o inquérito policial já estava em curso em outra delegacia. Outras vítimas de roubos reconheceram o mesmo homem, por meio de fotografia.


Denúncias anônimas levaram as equipes até o suspeito. Segundo o soldado Inácio, que participou da operação, todas as pessoas presentes foram abordadas e revistadas. Ele não teria oferecido resistência à prisão. Ao chegar à unidade, Cocão disse que era mototaxista, mas no celular dele foram encontradas fotos em que o suspeito ostentava armas, dinheiro e drogas. Ele divulgou as imagens em uma rede social.

Cocão tem oito passagens pela polícia, duas por tráfico de drogas e outras duas por porte ilegal de armas.


O delegado informou que todos os outros envolvidos no arrastão já foram identificados. Ele alegou que as investigações continuam para que novas prisões sejam efetuadas. 

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