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Veja o que falta esclarecer sobre a bebê morta após ser deixada com padrasto no Rio

Investigações estão em andamento para apurar possíveis responsabilizações adicionais no caso

Rio de Janeiro|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A bebê Maya Costa, de 1 ano e 9 meses, morreu após agressões nas mãos do padrasto em Vila Valqueire, RJ.
  • O padrasto, Lukas Pereira do Espírito Santo, foi preso e confessa o crime, respondendo por feminicídio.
  • A mãe, Emanuele Costa, deixou a filha sob os cuidados do companheiro durante uma entrevista de emprego.
  • Investigações estão sendo conduzidas pela Polícia Civil para esclarecer o caso e identificar possíveis outros envolvidos.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Padrasto foi preso após confessar o crime e deve responder por feminicídio Reprodução/Redes Sociais

A bebê Maya Costa Cypriano, de 1 ano e 9 meses, morreu na última quinta-feira (2), após sofrer agressões dentro de casa em Vila Valqueire, zona oeste do Rio de Janeiro.

O padrasto da criança foi preso após confessar o crime e deve responder por feminicídio. A mãe da menina estava em uma entrevista de emprego no momento das agressões.


O Estadão não conseguiu localizar a defesa do acusado. O espaço segue aberto.

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Segundo a Polícia Civil, as investigações prosseguem para completo esclarecimento dos fatos e eventuais novas responsabilizações criminais, como a possibilidade do envolvimento de outras pessoas no crime.


O que diz a mãe?

Segundo o relato da mãe, Emanuele Costa, ela havia saído de casa ainda de madrugada para participar de um processo seletivo e deixou a filha sob os cuidados do companheiro, Lukas Pereira do Espírito Santo.

Emanuele disse que o homem entrou em contato durante a manhã informando que a criança passava mal, sem mencionar qualquer tipo de agressão.


Ao retornar para casa, por volta do meio-dia, encontrou a filha em estado grave.

“Ela estava semiacordada e com o corpo gelado”, afirmou em vídeo publicado nas redes sociais.


Motivo

Segundo apuração inicial da Polícia Civil, Santo estava sozinho com a vítima e, diante do choro da criança, teria se irritado e “desferido golpes na região abdominal dela”, o que causou a morte da criança.

Após as agressões, ele não prestou socorro imediato e se limitou a comunicar Emanuele por mensagem.

Inicialmente, a mãe e o padrasto prestaram depoimento na 29ª DP (Madureira) e foram liberados. Após a constatação de violência, o caso passou a ser investigado pela DHC (Delegacia de Homicídios da Capital).

Na sexta-feira (3), policiais civis cumpriram mandado de prisão contra Santo. Em depoimento, ele confessou ter agredido a criança.

A mãe afirmou que o homem não demonstrou arrependimento. O corpo da menina foi enterrado na tarde de domingo (5), no Cemitério do Caju, na região portuária do Rio, sob comoção de familiares e amigos, que pediam justiça. “Só queremos que esse covarde fique 30 anos na cadeia. Só isso”, disse o avô de Maya em entrevista coletiva.

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