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Polícia conclui inquérito sobre homofobia em Porto Alegre

Morador de condomínio é indiciado por diversos crimes contra o síndico

Balanço Geral RS|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A Polícia Civil de Porto Alegre concluiu um inquérito sobre um caso de homofobia em um condomínio.
  • Um morador foi indiciado por homofobia, injúria homofóbica, perseguição e agressão ao síndico, um professor universitário.
  • O conflito começou com reclamações de barulho e obras não autorizadas realizadas pelo novo residente.
  • As evidências foram enviadas ao Poder Judiciário, aguardando decisão do Ministério Público sobre o processo judicial.

 

Porto Alegre foi palco de um inquérito da Polícia Civil que concluiu a investigação de um caso de homofobia em um condomínio na região central da cidade. O suspeito, um morador com histórico criminal, foi indiciado por homofobia, injúria homofóbica, perseguição e vias de fato após agredir e ameaçar o síndico do prédio, que é professor universitário.

Os conflitos iniciaram em março do ano anterior, quando o novo morador, ao se mudar para o prédio, começou a causar confusões, principalmente em relação ao síndico. As tensões surgiram após o síndico reclamar de barulhos à noite e obras não autorizadas realizadas pelo novo residente. Incomodado com as reclamações, o indivíduo começou a ofender o síndico com termos homofóbicos, além de partir para agressões físicas.

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A investigação revelou que o suspeito, sem licença, modificara o telhado do prédio e que a situação escalou quando o morador, durante um episódio de agressão, derrubou o celular da vítima, que tentava registrar as ofensas. Com o tempo, o novo morador passou a perseguir o síndico, monitorando seus movimentos no condomínio e capturando vídeos de sua rotina. Três testemunhas confirmaram os fatos, levando a polícia a considerar as ações do suspeito como perseguição motivada por homofobia.

O homem, que já possui passagens pela polícia por roubo, tráfico de drogas e outros delitos, cumpriu anteriormente 15 anos de prisão. No entanto, o pedido de prisão preventiva feito pela polícia foi inicialmente negado. Atualmente, cabe ao Ministério Público decidir sobre o andamento do processo judicial.

O delegado Vinícius Naham coordenou a investigação e ressaltou a gravidade dos atos do suspeito, que chegou a fazer ameaças de morte ao síndico. A polícia resolveu encerrar o inquérito e remeter as evidências ao Poder Judiciário, esperando que a justiça decida pela devida punição do envolvido.

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