Preço da cebola sobe cerca de 30% e consumidores buscam alternativas nas feiras de Porto Alegre
Entressafra e chuvas prejudicam a oferta; alho e cebolinha verde são opções para economizar na cozinha
Guaíba no Ar|Do R7
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A cebola está pesando mais no bolso dos consumidores de Porto Alegre. Com aumento de cerca de 30% no preço, o ingrediente, tão presente na cozinha dos brasileiros, passou a exigir pesquisa e criatividade na hora das compras. Na Feira do Bom Fim, a reportagem do Guaíba no Ar encontrou preços que variam de R$ 6 a mais de R$ 10, conforme relatos de consumidores.
Durante uma entrada ao vivo, a repórter Carolina Silveira conversou com feirantes e frequentadores para entender os motivos da alta e descobrir alternativas para quem precisa economizar sem renunciar ao sabor.
Entressafra e chuvas explicam aumento
O feirante Maurício, que trabalha na feira há mais de 20 anos, explicou que a elevação dos preços está relacionada à redução da oferta do produto. Segundo ele, a entressafra na região Sul e as chuvas no Nordeste diminuíram a disponibilidade de cebola no mercado. Com a demanda elevada e menos produto para comercialização, os preços acabaram subindo.
Alho e cebolinha verde são alternativas
Para quem busca economizar, a sugestão dos feirantes é substituir parte da cebola por outros temperos. O alho, segundo Maurício, está com preço mais acessível e pode ser utilizado em diferentes preparações.
Outra opção é a cebolinha verde, encontrada na feira por valores entre R$ 2 e R$ 3, conforme a quantidade comercializada.
Mas nem todo mundo está disposto a fazer a troca. Uma consumidora ouvida pela reportagem contou que percebeu a alta do preço da cebola, mas admitiu que considera difícil deixar de usar o ingrediente no preparo das refeições.
Pesquisa de preços ajuda a economizar
Além de procurar substitutos, comparar os valores entre as bancas pode ajudar a reduzir os gastos. Na Feira do Bom Fim, os comerciantes começam a montar suas estruturas por volta das 7h, e os primeiros consumidores já aproveitam o início da manhã para fazer compras.
A reportagem de Carolina Silveira mostrou que, diante da alta dos alimentos, os consumidores precisam adaptar hábitos e pesquisar preços para equilibrar o orçamento doméstico.















