Tecnologia gaúcha quer evitar isolamento de comunidades durante desastres climáticos
Uma tecnologia desenvolvida em Guaporé busca manter comunidades conectadas mesmo quando enchentes e outros desastres interrompem o fornecimento de energia e os meios de comunicação
Guaíba no Ar|Do R7
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As enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul, em 2024, mostraram como a falta de energia elétrica e de comunicação podem dificultar o trabalho das equipes de resgate e o contato entre famílias. Foi a partir dessa experiência que profissionais de tecnologia de Guaporé desenvolveram a Blue Station, uma estação autônoma de comunicação, energia e inteligência.
Como funciona
O equipamento foi projetado para funcionar em locais onde a infraestrutura convencional de comunicação está comprometida. A tecnologia utiliza energia solar, internet via satélite e inteligência artificial para oferecer conectividade em cenários de emergência.
Além do acesso à internet por wi-fi, a estação possui recursos como telefonia entre equipamentos, estação meteorológica, câmeras de monitoramento e sinalização sonora e luminosa. O sistema também conta com um drone para reconhecimento aéreo das áreas atingidas.
Recursos da Blue Station
- Painéis solares e baterias para fornecimento de energia
- Conectividade à internet via satélite e wi-fi
- Rede de telefonia para comunicação entre estações
- Estação meteorológica e câmeras de monitoramento
- Sinalização sonora e luminosa
- Drone para reconhecimento aéreo
- Uso em outras emergências
Segundo os desenvolvedores, a tecnologia foi utilizada em Rio Bonito do Iguaçu, no Paraná, após um tornado atingir o município em novembro de 2025. A estação também teria prestado suporte a um hospital de campanha, em Minas Gerais.
Luciano Frizon, empresário e CEO da Blue Station, explica como surgiu a ideia, quais foram os desafios enfrentados durante o desenvolvimento e como a tecnologia pode ser utilizada em situações de emergência.















