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Atualização Op. Convergência: 34 presos por tráfico de drogas e armas; líder da facção comandava da cadeia

Trinta e quatro pessoas foram presas nesta quinta-feira (17) no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, em uma operação contra um grupo criminoso envolvido com o tráfico de drogas e de armas.

Rio Grande Record|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Uma operação policial no sul do Brasil resultou na prisão de 34 pessoas ligadas ao tráfico de drogas e armas.
  • A ação ocorreu em oito cidades do Rio Grande do Sul e duas de Santa Catarina, atingindo integrantes-chave da facção.
  • Um advogado foi preso por transmitir ordens do líder da quadrilha, que já havia enfrentado sanções anteriormente.
  • A facção controlava uma rede complexa de tráfico, com vínculos para obtenção de armas e influência na região metropolitana de Porto Alegre.

 

As ordens judiciais foram cumpridas em oito cidades gaúchas e duas catarinenses.

O advogado preso

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Entre os presos preventivamente está um advogado, detido em Porto Alegre, sob suspeita de repassar informações ao grupo - ele teria sido filmado no pátio do Denarc. Segundo o delegado Alencar Carraro, o advogado já havia sido alvo de investigação em 2023, ligada a outra célula da mesma facção criminosa, ocasião em que a Justiça determinou a cassação de sua arma e a suspensão temporária do exercício da advocacia. Mesmo assim, ele seguiu prestando apoio à organização.

Estrutura da quadrilha

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De acordo com a polícia, os 34 presos pertencem ao primeiro e ao segundo escalão da organização. O principal líder do grupo foi preso recentemente e, de dentro da cadeia, seguia repassando ordens por meio do advogado para os integrantes que atuavam fora.

Segundo a reportagem de Daiane Dalle Tese, a quadrilha mantinha uma estrutura organizada há bastante tempo, responsável por trazer drogas de Santa Catarina para o Rio Grande do Sul e distribuí-las, a partir de pontos na Região Metropolitana, para outros municípios gaúchos. O delegado Wesley Lopes explicou que a cadeia do tráfico envolvia todas as etapas - abastecimento, fornecimento, distribuição e revenda final -, com indivíduos exercendo funções diferentes dentro da organização.

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Ligação com facção paulista

Segundo Carraro, o grupo era expressivo e mantinha conexões com uma organização criminosa de São Paulo, recebendo grandes quantidades de armas de fogo que chegavam ao Rio Grande do Sul - um sinal, segundo ele, do avanço territorial da facção.

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Origem e atuação da quadrilha

A organização foi criada no Vale do Sinos e tinha forte atuação na Zona Sul de Porto Alegre. Parte do grupo também estava envolvida na venda ilegal de armas de fogo e munições.

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