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Gripe aviária: foco em criação de subsistência no RS não afeta consumo nem exportações

Caso em Selbach não envolve granja comercial; Secretaria da Agricultura monitora 68 propriedades do entorno

Rio Grande Record|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Um caso isolado de gripe aviária foi confirmado em aves de consumo próprio em Selbach, no Rio Grande do Sul.
  • A Secretaria da Agricultura está monitorando 68 propriedades em um raio de três quilômetros do foco da infecção.
  • Não há risco associado ao consumo de carne de aves e ovos inspecionados, e produtos comerciais não foram afetados.
  • Produtores devem notificar autoridades sobre sintomas em aves para evitar a propagação do vírus.

 

O Rio Grande do Sul confirmou um novo caso de gripe aviária. O vírus foi identificado em aves criadas para consumo próprio, em uma propriedade de Selbach, no Norte do Estado. O foco não envolve granja comercial. Cerca de 70 aves da propriedade foram eliminadas, e o local foi preservado.

Monitoramento no entorno

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A Secretaria da Agricultura vai monitorar outras 68 propriedades em um raio de três quilômetros do ponto onde o foco foi identificado. As amostras foram encaminhadas ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal.

Origem do foco

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A diretora do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal, Rosane Collares, explicou que a hipótese mais provável é de contaminação por contato direto ou indireto com aves de vida livre assintomáticas. Esses animais podem estar em qualquer ambiente, carregar o vírus e transmiti-lo às aves de subsistência da propriedade.

Sem risco ao consumo e às exportações

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Segundo Rosane, a criação não tinha finalidade comercial. Quem compra produtos inspecionados, afirmou a diretora, tem a garantia da origem do que consome. O caso também não provoca restrições à produção, à comercialização e ao consumo de carne de frango e ovos, e não afeta as exportações.

Sinais de alerta para quem cria aves no quintal

A influenza aviária é extremamente contagiosa e de alta mortalidade. Segundo Rosane, o produtor deve ficar atento a mortalidade elevada, mudança de comportamento, dificuldade para caminhar, perda de apetite e sinais neurológicos, respiratórios e hemorrágicos, principalmente em aves criadas soltas. Diante de qualquer alteração, a orientação é notificar imediatamente o serviço veterinário oficial, por meio dos escritórios da Secretaria da Agricultura.

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