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Acusado de simular assalto e atirar na cabeça de mulher é preso em SP

Ele matou a mulher por ciúmes, depois que ela saiu com outro. Arrependido, homem ainda foi ao hospital visitar a vítima, que morreu dias depois

São Paulo|Vania Souza, da Agência Record, e Gabriel Croquer*, do R7

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Pena por feminicídio pode variar de 12 a 30 anos de prisão
Pena por feminicídio pode variar de 12 a 30 anos de prisão

Paulo Roberto da Silva, acusado de matar sua ex-namorada com um tiro na cabeça em uma simulação de assalto, foi preso nesta quarta-feira (11), em Guarulhos, Grande São Paulo. Ele estava foragido depois que o assassinato foi gravado por câmeras de segurança do local onde a vítima trabalhava, na cidade de São Miguel (RN).

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O homem informou aos policias que atirou contra a mulher por ciúmes porque a moça tinha saído com um outro homem. Ele foi ao local onde a moça trabalhava, simulou um assalto e atirou contra a cabeça da jovem, sem que ela esboçasse qualquer reação.

Ainda de acordo com depoimentos, ele chegou a se arrepender do crime, e foi para o hospital vistar a vítima depois de ter atirado nela. Fotos em redes sociais mostram o rapaz segurando a mão da ex-companheira na cama do hospital. 

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A prisão

Policiais conseguiram deter o foragido em uma adega na rua Jaroslav Hajek, número 44, na Vila Carioca, em Guarulhos. O homem trabalhava como vendedor de bebidas no local e foi preso no momento que chegava ao trabalho. O detido apresentou para os policiais uma cédula de identidade em nome de Flavio Pinheiro Gomes, que havia sido emitida no Ceará.

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Paulo estava acompanhado dos sócios da adega, que informaram aos policiais que sabiam que o homem estava foragido. Foi apreendida no local uma pistola da marca Taurus, calibre 380, número KLZ45180, e uma identidade falsa em nome de Laercio Pessoa de Freitas, também emitida no Ceará.

O homem está detido na Decade (Delegacia de Capturas e Delegacia Especiais), no centro de São Paulo. Caso condenado, ele pode ser preso por 12 a 30 anos pelo crime de feminicídio, quando o homicídio contra a mulher ocorre por razões da condição de sexo feminino.

*Estagiário do R7, sob supervisão de Ana Vinhas

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