Logo R7.com
RecordPlus

Assassinato na Galeria do Rock teve motivação passional, afirma polícia

Vítima e suspeito mantiveram relacionamento afetivo; homem está preso

São Paulo|Ana Cláudia Barros, do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Vítima foi atingida por golpe de canivete no pescoço
Vítima foi atingida por golpe de canivete no pescoço AYRTON VIGNOLA

A polícia trabalha com a hipótese de crime passional no caso da mulher assassinada dentro da Galeria do Rock, no centro da capital paulista, nesta quarta-feira (11). De acordo com o titular do 3°Distrito Policial, Antonio Luis Tuckumantel, responsável pela investigação, foi apurado que vítima e suspeito tiveram uma relação amorosa. O homem, um tatuador de 27 anos, foi preso, junto com dois amigos. Ao ser interrogado, ele se reservou ao direito de somente falar em juízo, segundo o delegado.

— Na verdade, o que a gente sabe é que houve realmente uma relação entre os dois, e a mulher desse que matou [namorada do suspeito], não sei se ela descobriu alguma coisa, foi discutir com a moça [vítima]. Aparece na cena do crime uma mulher discutindo com uma criança no colo. Logo em seguida, entra o marido e diretamente vai lá no cantinho onde ela estava sentada e deu aquela estocada com um canivete. Foi um golpe só.


Tuckumantel informa que a vítima, de 30 anos, chegou a caminhar após ser atingida.

— Enfiou [o canivete], virou as costas e foi embora. Ela se levantou, andou uns cinco, dez passos e caiu morta.


Leia mais notícias de São Paulo

Mulher assassinada na Galeria do Rock e autor do crime eram conhecidos por ser briguentos


O suspeito e os dois amigos foram transferidos para o CDP (Centro de Detenção Provisória) II Chácara Belém. De acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública) de São Paulo, os três estavam detidos no 2º Distrito Policial. O caso foi registrado como homicídio qualificado e resistência.

Os outros dois também responderão criminalmente, como explica o delegado. 


— Eles foram autuados porque eram amigos, sabiam que o cara ia matar, e não fizeram nada para impedir o resultado. Isso é crime.

Ainda conforme o delegado as imagens do circuito interno foram encaminhadas para a perícia.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.