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Bebê prematuro que nasceu com 500g recebe alta de UTI em Santos

Felipe Augusto Ferreira da Silva nasceu em dezembro e ficou na UTI por seis meses, pois ele não estava recebendo os nutrientes na barriga da mãe

São Paulo|Ugo Sartori e Pedro Pannunzio, do R7*

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Felipe Augusto Ferreira da Silva recebeu alta da UTI depois de seis meses
Felipe Augusto Ferreira da Silva recebeu alta da UTI depois de seis meses

Um bebê prematuro extremo que nasceu com 24 semanas, 510 g e apenas 26 cm recebeu alta e pôde ir para casa em Cubatão após ficar seis meses internado em hospital de Santos, no litoral paulista, nesta segunda-feira (11).

A mãe Cristiane Ferreira Silva, de 40 anos, deu à luz ao bebe Felipe Augusto Ferreira da Silva após seis meses de gestação, no dia 8 de dezembro de 2017 no Complexo Hospitalar dos Estivadores em Santos. Segundo a Dr. Teresa Uras coordenadora da UTI Neonatal do Complexo, o nascimento de um bebê é viável a partir de 24 semanas e no mínimo 400 gramas. Nessas condições o bebê está na "zona cinzenta", na qual ele não tem o corpo bem desenvolvido. Abaixo dessa zona, as chances de sobreviver são muito baixas.


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Cristiane Ferreira Silva e filho poderão ir para casa
Cristiane Ferreira Silva e filho poderão ir para casa

Felipe teve que nascer de cesariana antes do ciclo natural de gestação devido à problemas na placenta de Cristiane que impediam o bebe de receber os nutrientes para seu desenvolvimento. Desde que nasceu, em dezembro, Felipe ficou internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) Neonatal do Complexo. Seus pais acompanharam o pequeno durante todo o tempo de internação, recebendo também apoio psicológico e de assistência social. Ele foi o menor bebe a nascer na unidade.


Agora, com ummpouco mais de 2 kg, o bebê foi para casa com os pais. Cristiane recebeu orientações médicas de como cuidar do pequeno Felipe, já que uma criança prematura como ele precisa de cuidados especiais. 

Para a Dr. Uras, os dois primeiros anos de Felipe serão os mais delicados. Mas problemas futuros podem ser desenvolvidos, devido a prematuridade da criança, por isso, ela ressalta a importância do acompanhamento enquanto ele esteve no hospital e agora que recebeu alta.


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*Estagiários do R7, com supervisão de Ingrid Alfaya

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