Câmeras não gravam e identificação de assassino de estudante fica comprometida
Eduardo Aparecido Marques morreu ao fugir de tentativa de assalto em São Paulo
São Paulo|Do R7, com Agência Record

As investigações sobre a morte do estudante Eduardo Aparecido Marques são difíceis, pois não é possível identificar suspeitos. Câmeras de segurança na região onde aconteceu o crime não gravaram as imagens da tentativa de assalto. Elas servem apenas para monitoramento ao vivo.
A câmera que poderia ter gravado a ação dos criminosos pertence a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), mas estava desativada no momento e não registrou imagens.
Até agora, nenhum suspeito foi identificado ou detido após o crime que aconteceu na avenida Professor Francisco Morato, na Vila Sônia, zona sul de São Paulo, na madrugada da última quinta-feira (31).
Até o momento, apenas a namorada do estudante prestou depoimento. As imagens de câmeras de segurança continuam sendo analisadas.
A vítima fatal era estudante de Jornalismo da Faculdade Cásper Líbero e estava indo para o último ano do curso.
Eduardo havia passado a virada do ano novo com os pais e decidiu buscar a namorada em casa, no bairro da Vila Sônia. As vítimas estavam a caminho da residência, quando foram abordados por bandidos ao parar em um semáforo. Eduardo dirigia um Honda Fit cinza.
Ao tentar fugir do assalto, a vítima foi baleada na cabeça e perdeu a consciência. O motorista foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros e encaminhado ao Hospital das Clínicas, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. A namorada estava no banco do passageiro, e ficou sem ferimentos. Após o disparo, os assaltantes fugiram a pé, sem levar nada.
Confira o R7 Play e assista à programação da Record na íntegra













